Sindicato tapera de Palha

Nesta quinta-feira (17) tomei conhecimento do depoimento do presidente da Fundação Antares Humberto Coelho a procuradora do Ministério do Trabalho senhora Maria Helena.

É perceptível ausência de veracidade dos fatos ao asseverar perante a autoridade que o jornalista Carlos Amorim apresentou duas propostas de projeto educativo na rádio Antares, a primeira como pessoa física e a segunda como jurídica. Não são verdadeiras essa afirmativa, ambas foram projetos oriundo de instituições jurídicas, uma, indicativo do deputado estadual José Pessoa Leal, outra projeto de convênio da diretoria da Associação dos cegos do piauí/Acep, decisão unânime.

Lamentavelmente o nobre jornalista e padre Humberto Coelho pecou vergonhosamente, talvez por lapso de memória ou leve amnésia, quando evitou registrar o descarte de toda documentação e materiais referentes a vastíssima legislação vigente no Brasil pertinente as garantias de direitos a pessoa com algum tipo de deficiência, arcabouço importantíssimo para a condução do programa “Guia Legal”.

Amparado por artigo da constituição federal que garante ao cidadão brasileiro o direito de não fazer prova contra si, nesse aspecto demonstrou ser descompromissado, conivente, omisso e negligente ao imputar responsabilidade ao senhor Valdeck Moraes, membro do Sindicato dos Radialistas do Piauí que de forma irresponsável determinou a impossibilidade da apresentação do programa semanal contestando os registros profissionais do autor emitidos pela Superintendência do Ministério do Trabalho/PI de números 2081 e 1612.

É facilmente perceptível a incompetência, ignorância e desobediência a legislação trabalhista brasileira que assegurou opcional ao trabalhador filiação a sindicato, com base na Lei 13.467/2017 em vigência, como também, determinação do Superior Tribunal Federal que aprovou por votação de 6X3 a constitucionalidade do disposto da reforma trabalhista.

A cumplicidade entre Humberto Coelho e Valdeck Moraes é desastrosa, vergonhosa e criminosa, quando suas imposições promovem injustiças de forma impune contra trabalhadores desempregados e recém-formados em busca de um lugar ao sol (Não sendo esse o nosso caso ao propor contribuição voluntária).

Gostaria imensamente saber quais cláusulas contratuais garantem a veiculação de programa da Fundação Itaú Cultural, ancorado por José de Ribamar Coelho Santos, na grade da programação da rádio Antares AM. Por questão ética vou me reservar o direito de não declinar dezenas de profissionais atuando ou que atuaram em programas de rádio no Piauí que não são sindicalizados.

O presidente da Fundação Antares Humberto Coelho é um gestor público, nomeado através de portaria do governador Wellington Dias, portanto teria plena autoridade de rechaçar a audácia desse idiota do sindicato, mandando que fosse buscar seus direitos na justiça, autorizando imediatamente a efetivação do programa.

A título de informação a procuradora senhora Maria Helena reiterou várias vezes intimação ao sindicato dos radialistas do Piauí, e até a presente data deram como resposta o desrespeito, ignorando a decisão da autoridade.

Carlos Amorim DRT 2081



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Este texto foi publicado em sábado, janeiro 19th, 2019 às 10:05 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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