Remédio amargo ao agressivo câncer social

A violência contra a mulher atinge todos os índices de forma intolerável, mulheres são mortas impiedosamente com requinte de perversidade e os autores contemplados com a impunidade. Aos 8 dias do corrente ano as estatísticas registram dezenas de feminicídio ocorridos em todo o Brasil. Mulheres perecem vitimadas por tiros, facadas, socos, murros, pontapés, pauladas, cacetadas, machadadas, estrangulamentos, enforcamentos, envenenamentos e outros.

Essa verdadeira tragédia do século XXI são matérias de pautas jornalísticas policiais todos os dias o ano inteiro. Os veículos de comunicação, televisão, rádio, jornal, revista, portais e a rádio calçada divulgam esses hediondos crimes aterrorizando a todos, até o presente momento inexiste qualquer ação, atitude ou proposta para impedir esses atos atrozes em desfavor a vida da mulher.

Centenas de mulheres foram assassinadas imediatamente após registrar ocorrência policial de maus tratos, agressão e ameaça de morte, em muitos casos o denunciado ao comparecer a delegacia policial tem reações inesperadas, desastrosas e acintosas, quando perante o delegado declara textualmente: “vou matar esta mulher na primeira oportunidade”, por incrível que pareça esse indivíduo propenso assassino em potencial é colocado em liberdade para consumar seu intento.

Especialistas, tecnocratas, psiquiatras, sociólogos, pedagogos, policiais e poderes constituídos ao longo dos anos criam proselitismos travestidos de aparato de segurança e proteção a mulher que não valem o que o gato enterra, são institutos para inglês ver e angariar aos autores notabilidade recebimento de títulos, prêmios e usufruírem de remunerações vantajosas com esse papo furado, lero-lero e conversa de malandro para delegado, enquanto as mulheres continuam a mercê da sua própria impotência, sendo mortas como barata por bico de sapato mocassim de cromo alemão.

A famigerada lei Maria da Penha, a meu ver é a principal incentivadora do crime contra a mulher, pois seus artigos e cláusulas são absolutamente descumpridos deixando a mulher vulnerável após a denúncia realizada, sem lenço e sem documento, sem rumo a seguir, sendo obrigada a retornar a casa de quem o denunciou, portanto esse tipo de procedimento é 100% considerado suicídio. Os tais botões do pânico, alarme em celular e medidas protetivas delimitando aproximação do denunciado não significa absolutamente nada, pois não há fiscalização nem tão pouco respeito as determinações judiciais impostas.

Para solucionar esse terrível problema apenas uma única alternativa como punição exemplar, desestimulante a quem tenha em sua mente doentia arquitetado semelhante ato, para isso é necessário alterar a constituição federal revogando as cláusulas pétreas, aprovando projeto de lei, implantando no Brasil a pena de morte ao canalha que assassinar mulher por qualquer que seja o motivo.

O condenado a pena capital terá direito a escolher a forma do seu sacrifício, tiro de fuzil, câmara de gás, enforcamento, cadeira elétrica ou afogamento em alto-mar, algemado pés e mãos e atirado no limite das 200 milhas brasileira. Com essas providências tomadas o Brasil resolverá esse câncer em fase de metástase social, havendo a certeza pura e cristalina que nenhum condenado poderá reclamar inocência ou injustiça pelo ato promovido pelo estado brasileiro.

OBS. É importante que o julgamento seja célere, cm trâmite no máximo em 72 horas.

Carlos Amorim DRT 2081



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Este texto foi publicado em terça-feira, janeiro 8th, 2019 às 9:10 am na(s) categoria(s) Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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