Relise, jabá e patifaria mercantilizados

Uma das grandes dificuldades na vida é justificar o injustificável, corrigir o incorrigível, criação de factoides ou pretextos com objetivos de reconstituir danos morais, éticos e caráter frágil, após entrevista do prefeito Firmino Filho, a rádio difusora casca de ovo de pato, quando restabeleceram censura proibindo a participação por telefone dos pobres coitados, iludidos e desinformados que endeusam o detentor dessa concessão Mário Rogério da Costa Soares como sendo a última coca cola morna do deserto de Saara, sem sequer imaginarem que estão lidando com um indivíduo venal, mercantilista e descompromissado com as normas, regras e conceitos obrigatório ao jornalismo.

O pedro Tamanco parceiro de bancada do falastrão Mário Rogério, tomou para si a responsabilidade de remediar a emenda que saiu-se pior que o soneto, indigesta aos que conseguem vislumbrar um milímetro a frente da venta, quando repudiou com veemência a inquietação da sua audiência, informando em primeiro plano que o objetivo de proibir a participação por telefone durante a entrevista do prefeito papo furado Firmino Filho, seria apenas para aumentar o espaço a explanação do prefeito, ou seja, vender seu peixe podre sem ser incomodado ou interrompido pelo sal crítico da opinião pública.

Por não ter logrado êxito com a inútil tentativa, decidiu abruptamente mudar de tática, o mais recente argumento na minha concepção, improdutivo, assevera que o ato da censura ao bloquear os telefones 3218 6464 e 9990024 tenha como objetivo evitar que um irresponsável qualquer use essa disponibilidade para atacar verbalmente o mentiroso prefeito, o adjetivando por bandido, ladrão, canalha vagabundo e outros.

Com base nas garantias constitucionais o cidadão brasileiro é responsável pelos seus atos, no caso de haver excesso e desrespeito a honorabilidade de outrem o caminho correto a ser seguido é a justiça, portanto não encontra guarida nem tão pouco pode prosperar o torpe proselitismo do Mário Rogério ao se defender das acusações com o pífio argumento de não perguntar o que as pessoas falariam, como também não pede identificação do ouvinte o colocando no ar sem saber de quem se trata.

Pelo que conheço do Mario Rogério, esse medíocre argumento é pífio, insignificante não merecendo credibilidade em hipótese alguma, pois esse cuspidor de microfone de forma totalitária, individualista e egoísta impõem seu pensamento censurando a todos que discordam, lamentavelmente essa dupla tira proveito da ignorância, analfabetismo, desinformação e imbecilidade desse gado novo, gado velho e gado doente que aceitam facilmente esses embustes de goela abaixo.

Quando o futuro for presente no rádio do piauí, não serei incomodado com tanta incapacidade profissional desses coadjuvantes interioranos.

Carlos Amorim DRT 2081

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