Puxando carroça e relinchando

Sábado (5) ao mudar de prefixo, involuntariamente sintonizei a rádio Difusora AM, quando um cadeirante reclamava da inacessibilidade existente em logradouros públicos, comércio, órgãos governamentais, autarquias e outros, dissertou longamente sobre a deplorável humilhação de desrespeito que é submetido todos os dias, em seguida o âncora do programa teceu comentário com o objetivo de descredenciar a denuncia feita pelo ouvinte, assegurando que hoje a coisa é muito melhor do que foi no passado. É visível grande evolução alcançada por esse segmento.

Após o ridículo comentário efetuou homenagens a colegas radialistas e jornalistas, declinou vários nomes e os respectivos veículos que trabalham. Não posso garantir que foi lapso de memória ou retaliação, represália e exclusão, esqueceu-se dos seguintes nomes: Chico Costa, radialista e jornalista (TV Antares e rádio Assembleia), Luiz Maranhão-radialista (rádio Pioneira), Paulílio Daniel (rádio Pioneira), Paulo Brito-radialista (rádio pequenininha), Isaías-radialista (rádio Antares AM), Luís Sampaio-radialista (Comrádio), Toinho, Natan- radialistas e tantos outros militantes profissionais na radiofonia do Piauí, pessoas públicas de reconhecimento e credibilidade no seio da sociedade, infelizmente são vítimas de posturas nocivas, desabonadoras e inconvenientes.

A rádio Difusora AM, afiliada da Bandeirantes de São Paulo há 10 anos de forma impune causa constrangimentos diários a pessoas com algum tipo de deficiência, principalmente a “visual”, desrespeita de forma vergonhosa ditames da Lei 10.048/2000; Lei 10.098/2000 artigos 24 e 26, decreto 5.296/2004 é contumaz em ludibriar, enganar e vilipendiar polícia, Ministério Público e Justiça ao negar essas entidades cópias solicitadas referentes a ataque a honra desferidos contra cidadãos e cidadãs de bem dessa cidade postulando e exibindo de forma garbosa troféu de absoluta impunidade, fato que incentiva a continuação desses atos humilhantes até a presente data.

É marca registrada dessa emissora, impor censura, prejulgar, discriminar e proibir manifestação de participantes que contrariem o pensamento ideológico e político do detentor dessa concessão. Lembro-me que atuei como testemunha arrolada pelo então secretário de administração Paulo Ivan, em processo criminal em desfavor da rádio Difusora, por essa autoridade ter tido sua honra agredida com violentos ataques verbais aos microfones autointitulados de democráticos.

As agressões desferidas contra essa autoridade foram verdadeiros doces de framboesa exemplo: bandido, ladrão, picareta, canalha, desonesto, assassino, pilantra e etc. A título de informação o Procurador Geral do Estado Kildere Ronne, foi também alcançado por essas elogiosas palavras, portanto uma concessão pública de rádio com essa postura não deveria permanecer no ar prestando desserviço, deseducando, desmoralizando e constrangendo autoridades e sociedade. É de fato ultrajante, humilhante e vergonhoso.

O detentor dessa concessão em seu destempero diário ao tentar notoriedade ou notabilidade atira de forma aleatória aos quatro cantos, vejamos: O dia seguinte após a visita da presidenta Dilma Rousseff a São Luís capital do Maranhão, esse profissional do auge da sua sapiência, absolutismo, irresponsabilidade e descompromisso classificou várias vezes de moleque o governador do Maranhão Flávio Dino, na realidade partindo desse prisma é o fim da picada, quando ninguém respeita ninguém, as leis não são aplicadas a justiça é inoperante os poderes constituídos do Brasil não se fazem respeitar gerando insegurança ao pacato cidadão vítima de oportunistas de plantão que tem como objetivo principal cuidar de si, o resto que se lasque.

Todo esse processo de degradação é levado ao ar por essa emissora todos os dias como sendo protagonizado pelo Calígula da excrescência do rádio do Piauí. Com a palavra o Ministério das Comunicações, Procuradoria Geral da República, Conselho Nacional de Defesa da Pessoa com Deficiência, Ministério Público/PI e OAB (Núcleo de Direito da Pessoa com Deficiência).

É importante que a Lei 13.146/7 de 2015, Lei Brasileira da Inclusão, estado brasileiro de defesa dos direitos da pessoa com deficiência seja aplicada imediatamente, imputando severas penalidades a rádio Difusora AM, para que reconheça que a errônea nomenclatura: portador de deficiência e portador de necessidades especiais não mais exista há muito tempo, apenas na grade de programação dessa emissora vovó da cidade.

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