Produto que o gato enterra

Sexta-feira (8) o prefeito Fifi sancionou a Lei nº 5.070/2017 da lavra da vereadora Teresa Brito, subscrita por seus pares Venâncio Cardoso (PP), Edson Melo (PSDB) e Gustavo Gayoso (PTC), todos fazem parte da corja que garante as bandalheiras do Firmino na Câmara Municipal de Teresina. são efetivos capachos, permanentemente ajoelhados, acovardados, humilhados, subservientes, omissos e cativos às ordens emanadas do chefinho do poder executivo municipal, portanto a sanção dessa lei é verdadeiro toma lá da cá, semelhante a frase expressada pelo Fernandinho Beira-Mar, após chacina que culminou com a eliminação dos seus inimigos dentro da cadeia em verdadeiro banho de sangue quando declarou em alto e bom som: “Está tudo dominado”.

Pela minha vasta experiência adquirida ao longo dos anos, a lei que proíbe a pichação ao mobiliário teresinense e outros, é indubitavelmente consagrada de natimorta por uma série de possibilidades. Quem conhece a administração do prefeito Fifi, adjetivado pela lava jato, sabe o péssimo nível da prestação de serviço a população oferecido pela prefeitura, como tambem, a brutal desobediência a uma centena de leis que são desrespeitadas diariamente.

Como sou muito burro e perguntar não ofende, gostaria de saber quem vai fiscalizar a plicação dessa lei na província de Teresina? Será que esses vereadores que protagonizaram essa maravilha irão se revesar para que os efeitos da boa ideia sejam visíveis ate aos cegos da Acep. Fundamento minha inquietação com base em vergonhoso desrespeito as seguintes leis municipais:

Lei 3.526 (Graça Amorim), assegura a obrigatoriedade de cardápio em leitura Braille em hotéis, restaurantes, lanchonetes e similares. Verifique e tire suas conclusões.

Lei 4.604/2014 (vereadora Teresinha Medeiros), proíbe uso de aparelhos sonoros no interior dos ônibus, com a obrigatoriedade de afixar placa em lugar visível do veículo informando a existência da lei. A título de informação o motorista e o primeiro a desobedecer dirigindo com o celular no ouvido e volume altíssimo do rádio igual ou superior a discoteca Help, Av. Atlântica Rio de Janeiro, se quiseres constatar a veracidade dos fatos faça você a fiscalização.

Lei 4.769/2015 (Ricardo Bandeira), impõe as empresas de ônibus adaptarem seus veículos com um aplicativo que produz ruido sonoro simultaneamente ao motorista e usuário informando a presença do ônibus no ponto. E importante que o usuário verifique in-lóquo a prevalência da lei

Lei 4.773/2015 (Cida Santiago), garante a obrigatoriedade de no mínimo uma cadeira de rodas nas agências bancarias de Teresina. Solicito a você, que faça esforço sobrenormal para identificar o cumprimento da lei, portanto estou mostrando a cobra morta e exibindo o pau que matou a cobra.

No caso específico da legislação descrita, como sou muito burro pela segunda vez, tenho uma leve suspeita que o Ministério Publico é o órgão que fiscaliza a plicação da lei, todas referem-se as garantias de apessoas com algum tipo de deficiência, mobilidade reduzida e dificuldade de locomoção. Posso asseverar que o Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência a cargo da Janaína e Marlúcia, ambas promotoras de justiça MP/PI precisam urgentemente justificarem os salários que recebem, pois tenho convicção que nenhum ato anterior a essa matéria foi realizado para combater essa falta de vergonha na cara de forma coletiva envolvendo gestores, administradores, empresários e autoridades dos três poderes.

Lembro-me que o ato mais famoso e representativo realizado pelas duas promotoras foi especializarem-se em INCONSTITUCIONALIDADE, para isso basta que a proposta não lhes agradem, incentivando seus ranços antagônicos, o resto que se dane.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em terça-feira, setembro 12th, 2017 às 10:36 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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