Petulância, audácia e ousadia

Dia 21 próximo passado em conversa com Dr. Haroldo Francisco, tecemos alguns comentários em relação ao Decreto Federal  9.329 de 4 de abril de 2018, cujo texto legal foi pesquisado pelo conceituado terapeuta que também tem formação  em rádio difusão como radialista comunicador. Em seu programa em parceria com o Maquinho Silva, veiculado de segunda a sexta-feira de 2 as 3 da tarde na rádio Difusora de Teresina teceu comentários referente a nossa conversa relativo a legislação que modificou nomenclaturas do registro profissional, antes locutor apresentador e animador e na atualidade denominado de radialista comunicador.
O detentor da concessão publica rádio Difusora Mário Rogério da Costa Soares, autor de explícita censura  ao pensamento diferente do seu não gostou  do comentário feito a meu respeito indo tomar satisfação com o competente radialista Haroldo Francisco, ao abordá-lo de forma intransigente, arrogante, truculenta e ousada declinou  que não mencionasse mais meu nome aos microfones da emissora acima citada em virtude da proibição imposta em desfavor da minha pessoa.
O ato irresponsável e tresloucado desse indivíduo nocivo da comunicação, como também a respeitabilidade de direitos reservados ao cidadão contido no artigo 5º da Constituição Federal foi reclamada para conter o ímpeto de ignorância desse cuspidor de microfone, quando foi colocado ao recalcitrante que havia um contrato em vigência, que o mesmo não admitia qualquer tipo de censura ou reprovação a manifestação de qualquer cidadão. Pelo que constatei sem muito esforço o inconsequente Mário Rogério, recolheu-se a sua insignificância, enquanto isso aguarda severas providencias que tomarei para reparação desses e de outros danos protagonizados por esse indivíduo.
Certa ocasião encontrei-me com o jornalista esportivo J. Bahia que deixava a prefeitura Municipal de Teresina, este me cumprimentou parabenizando pelo meu aniversário, lamentando que na tentativa de prestar homenagem no seu programa pela magnitude da data o sonoplasta  Marcos Roeser  o alertou que o nome Carlos Amorim estava proibido de ser mencionado na rádio Difusora, por determinação do Mário Rogério da Costa Soares.
O radialista Paulo Brito, com deficiencia visual, apresentador do programa semanal “Gente Eficiente”  convidou quatro candidatos a presidência da Associação dos Cegos do Piauí, eu, Carlos Amorim, fui alijado e excluído a participar da entrevista por proibição do Mário Rogério da Costa Soares, fato que me causou imensos prejuízos na divulgação de minhas propostas.
Há um ano  em um final de semana faleceu uma senhora com deficiencia visual,  acometida de infarto fulminante vindo a óbito em um show que fazia  em parceria  com seu companheiro, em virtude que as emissoras de rádio fecham suas programações ao vivo aos sábados e domingos  exceto  o  Weyden Cunha, solicitei ao mesmo que divulgasse como utilidade publica o falecimento da nossa colega, por incrível que pareça a informação não foi transmitida em face do Marcos Roeser, cumprindo ordem do Mário Rogério não permitiu a veiculação da nota, pois o autor seria eu, Carlos Amorim.
Em 2005 ao fazer ligação telefônica para o programa do Odilo Teixeira, esse ao reconhecer minha voz interrompeu abruptamente minha manifestação e fora do ar disse-me que ligasse depois das 10h, rechacei asseverando não ter o mínimo interesse em falar-lhe. O que é lamentável é que esse indivíduo propaga, propala e massifica  que a rádio Difusora casca de ovo de pato é democrática no mais alto grau. Tenho que adjetivar esse elemento de mentiroso mor, enganador e ludibriador da opinião pública, usa essa falácia para justificar abusos diários cometidos por incautos em suas manifestações, desrespeitando dignidade e honorabilidade de cidadãos e autoridades legalmente constituídas, por exemplo, é pratica os adjetivos indecorosos; governador vagabundo, bandido e ladrão, deputada sem vergonha e mentirosa, desembargador corrupto e ladrão.
Um certo participante assíduo que se autointitula de sabe tudo é a verdadeira promiscuidade da irresponsabilidade radiofônica, costuma se autoelogiar garantindo que é homofóbico, advoga contra a organização do transito contestando a existência de semáforos e faixas de pedestres pela obrigatoriedade de parar seu carro para uma unica pessoa transpor a via. É mote diário atacar o povo humilde, simples e desempregados os classificando de Zé povinho, portanto questiono a impunidade assegurada a essa emissora, pelos brutais desmandos e agressões gratuitas ao contribuinte e cidadão pagador de impostos.

O radialista Tomaz Teixeira, colega de bancada do Mário Rogério  apresentadores de um programa na concessão pública na rádio Difusora de Teresina,  em depoimentos na esfera cível e criminal declarou que o detentor da concessão em baila determinou ao depoente como superior hierárquico ao mesmo que não queria em hipótese alguma se referindo a mim a proibição deste cego se expressando em sua rádio.

O então secretário de administração Paulo Ivan e o procurador-geral do estado Dr Kildere, foram atacados de forma vil vitimadas com palavras de baixo calão extensivo aos membros de suas famílias, fato repugnável e inaceitável. Por incrível que pareça  o Mario Rogério foi intimado para depor na 8ª Vara Criminal  e desobedeceu de forma criminosa a convocação deixando o meritíssimo juiz titular com cara de amélia  ou cara de taxo para fazer doce de batata doce.
Atendendo insistentes apelos de promotores e juízes realizei composições e demandas em desfavor de Mário Rogério, para surpresa de todos nenhum desses compromissos foram honrados em conformidade com os termos de audiência assinado por todos presentes. Audiência aprazada para 29 de outubro de 2019 no Sejusc foi desonrada pelo denunciado não comparecendo,  é um tapa na cara da justiça piauiense.
Está aí um pouquinho do histórico da irresponsabilidade dessa rádio caduca e desatualizada.
Carlos Amorim DRT 2081

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