Peru de vida eterna

O presidente do Brasil Jair Bolsonaro, para reverter, corrigir e moralizar culturais ações, atos e postura da nação terá que trabalhar incansavelmente com o objetivo de defenestrar bandalheiras incrustadas nos três poderes, autarquias, instituições e entidades.

O Brasil concede anualmente centenas de feriados, cumulando com pontos facultativos concedidos por chefes do poder executivo, existem nos finais de ano longos processos de recesso de natal e ano novo, não havendo a mínima regulamentação para a esbórnia pública com recurso do erário. A permissividade é abusiva sendo as deliberações a cargo da boa vontade da chefia de cada departamento ou instituição.

O poder judiciário contabiliza dezenas de milhares de processos acumulado nos gabinetes dos magistrados, apesar dessa gigantesca demanda reprimida os membros desse poder são privilegiados com 30 dias de permanente brincanagem de 20 de dezembro a 21 de janeiro. É importante a conscientização, informação, educação e politização do contribuinte brasileiro para exigir providências severas e enérgicas a proibição dessa farra que perdura há séculos.

Quanto custa aos cofres públicos todo esse contingente de servidores parados, improdutivos, sendo remunerados rigorosamente isentos de cumprirem suas atividades laborais pelas quais foram contratados? Temos exemplos fabulosos espalhados pelo mundo cito: Japão, China, Canadá, Rússia, Alemanha, Suíça e outros que impõe disciplina severa de impedimento ao uso indevido das finanças do estado, por tais motivos e razões são países produtivos, desenvolvidos com renda per capita adequada a igualdade de qualidade de vida ao seu povo, quando o fosso existente entre o menor e o maior é ínfimo, quase que imperceptível ou inexistente.

Imaginemos o servidor percebendo um salário no valor de 40 mil reais, ao ficar um mês inativo de forma legal, mas imoral, impõe imenso prejuízo ao contribuinte que mantêm funcionando esta molecagem a custa dos escorchantes impostos que pago. Na minha concepção já passou do tempo de resolver definitivamente esse crime que burla a pátria e esvazia as reservas do estado brasileiro. No caso das unidades federativas estão mais quebradas que arroz de terceira, mais perdidas que cego em tiroteio e falidas em termos assustadores e constrangedores.

O estado do Piauí nesse episódio serve de referência a fome e a miséria reinante, assustando ricos e pobres, quando o país aceita e incentiva categorias receberem remunerações sem cumprir sua parte como mão de obra ativa, só posso prever um país de bandidos, usurpadores do estado em que vivem.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em segunda-feira, janeiro 7th, 2019 às 9:45 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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