Palpite infeliz de uma medíocre

Há 20 dias participei do X encontro de jornalistas do Piauí promovido pelo SINDJOR-PI, a frente o presidente da categoria José Olímpio Castro. Foram 2 dias de muitos debates, discussões e informações, presentes autoridades, profissionais do segmento, professores, convidados, estudantes de comunicação e jornalismo. As entidades representativas nacionais foram contempladas pelos seus respectivos diretores e presidentes.

Após as explanações dos mesmos foi aberta a manifestação dos presentes, observei com muita atenção a postura dos futuros profissionais da mídia do Piauí, percebi ausencia brutal de conhecimento nos mais variados episódios da vida diária brasileira. No quesito linguagem a performasse simplesmente pífia, nítido desconhecimento demonstrado na formação das frases de forma correta, é de fato o maior problema.

Na minha concepção, as coordenações verbais, nominais, plurais, como também pronomes do caso oblíquo substituídos por termos dialéticos, demonstra a gravidade na capacitação daqueles jovens que facilmente posso qualificá-los de boi de piranha, em virtude da exigência do mercado e a concorrência brutal, sendo o maior obstáculo a ser enfrentado é a classe patronal com suas intransigências, arrogâncias, truculências e imposições.

Uma jovem estudante da UFPI se pronunciou por uma media de 10 minutos, insistentemente repetiu algumas das seguintes frases, a gente, com certeza, enfim, fazer o que? tipo assim, e fechou seu leque de verborragia com a seguinte harmonia típica do cangaço, (A gente queremos oportunidade). Pelo descrito tenho convicção da necessidade urgente de um novo ordenamento ou normativa ao ensino superior do Brasil.

Lembro-me que em 2014 quando participei deste evento pela primeira vez, o jornalista Zózimo Tavares, ao se pronunciar contou uma historinha da época que foi presidente do sindicato dos jornalistas do Piauí, declinou que havia um agrônomo trabalhando na concessão pública de rádio e televisão do estado, comunicou ao mesmo que estava na atividade profissional indevidamente, pois não era jornalista, o afastou da empresa e mandou que ele fosse estudar.

O rapaz obediente, humilde e simples acatou a ordem superior, realizou o vestibular para jornalismo, foi aprovado, ao cursar o primeiro período conseguiu trabalho em uma das televisões das Arábias, o Zózimo Tavares, ao tomar conhecimento foi ate o mesmo e disse: Você pode trabalhar a vontade sem se preocupar comigo, pois doravante não irei te incomodar.

Na minha avaliação a indecorosa postura não tem sustentação legal, em virtude que o talentoso e esforçado estudante não havia concluído seu curso, portanto o registro da DRT que lhe garantia o exercício de sua atividade laboral era inexistente.

Estou mencionando esse fato para demonstrar que os dinossauros da comunicação do piauí cometem gravíssimos erros em suas intenções de beneficiar e agradar aqueles que lhes são caros, talvez agindo em conformidade com o adagio popular “Pelo santo se beija o altar”, principalmente se a entidade for de propriedade de um carcamano.

Verificamos hoje de forma explícita o retorno como resultado da benesse protagonizada há décadas merecedor de mais um comparativo da máxima popular “uma mão lava a outra”.

Ouvi em uma rádio FM, comentário de um casal de boçais, trata-se do Mazzaropi boca suja, e a senhora Cintião Lageada, esses gênios tentavam iludir a opinião pública ao justificar o injustificável. Uma vagabunda travestida de politica com o celular fez algumas fotos pelada, como tambem seu ato sexual, ao perder o aparelho esse material foi parar nas redes sociais. Na minha avaliação a principal culpada pelo ato é a própria autora, imprudente, inconsequente, irresponsável e descompromissada consigo mesa.

Ao contestar esse tipo de pensamento reagiu de forma estapafúrdia classificando como machismo e misoginia, ao tempo que apresentou sua relação de besteirol exemplo: O assaltante assaltou o banco porque lá tem dinheiro; O paciente vai ao médico porque está doente; O indivíduo foi assaltado na rua porque saiu de casa, poderia ter ficado confinado em sua casa e evitaria o constrangimento.

Percebi tratar-se de frases soltas, sem nexo algum com ausencia de qualquer base legal, o único ato plausível foi quando disponibilizou sua advogada, uma tal de Drª Lero-lero, que processaria quem postou as imagens na internet, sendo submetido a compensar a vítima por danos morais e materiais.

O grande mote desse triste episódio é que se quer a frágil comunicadora tem conhecimento da legislação que regulamenta a internet no Brasil, em conformidade com o que foi demonstrado por essa pobre-diabo.

Carlos Amorim DRT 2081/PI



Este texto foi publicado em sábado, outubro 21st, 2017 às 9:46 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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