O homem não foge ao seu destino

Radialista Haroldo de Andrade, radialista João Saldanha, radialista Rui Porto, radialista Mário Viana, radialista Odair Marçano, radialista José Messias, radialista Valdir Vieira foram fenômenos da comunicação radiofônica no Rio de Janeiro recordistas de audiência, me atrevo qualificá-los de verdadeiras natas de profissionais dos velhos tempos de glória da radiofonia brasileira.

Sou profissional comunicador aficionado a boa comunicação digna, responsável, esclarecedora, correta e autentica, em virtude de minha qualificada capacitação profissional percebo facilmente as reações negativas, gafes, discordâncias e contradições verbais, plurais e adverbiais dos ícones do rádio do Piauí que se autointitulam inatingíveis, embevecidos e iludidos for falsas vaidades, orgulhos, com jargões desnecessários desproporcional, vencidos, obsoletos e ultrapassados, em suas vans ousadias demonstram arroubos em combate a roubalheiras, patifarias e outros dejetos promovidos por autoridades desse estado simplesmente com objetivo de ludibriar e enganar a opinião pública, no mínimo sendo apenas e tão somente expressões “faz de contas”.

Desenvolvo esse preâmbulo após declinar nomes de gênios do rádio carioca para substanciar minha crítica com base em conhecimento adquirido através desses mestres que tive ao alcance das minhas mãos, quando há 40 anos ministraram aula em treinamento de curso profissionalizante na Universidade Estadual do Rio de Janeiro /UERJ.

Há uma semana fui surpreendido com a reação estapafúrdia de um profissional de rádio no exercício de sua atuação funcional, o tresloucado gesto me provocou sorrisos e gargalhadas, não posso provar esse gesto, pois estava a sós em minha confortável suíte. Após o acesso de risos imediatamente me veio uma frase contumaz no dia a dia verbalizada pelo mestre João Saldanha, de saudosa memória, asseverando que a comunicação é semelhante a uma esquina com apenas duas opções, quem vai na calçada do lado direito tendo os prédios do mesmo lado, tem apenas uma opção se quiser dobrar a direita antes de cruzar a próxima rua e vice-versa, a resolução desse enigma se fizeres ao contrário, ou seja, dobrando ao contrário de ambas as calçadas indubitavelmente irás para a via de rolamento de veículos, o ato realizado as cegas a perspectiva de ser fatalmente atropelado é acima de 100%.

Todo esse diapasão remete uma simples conclusão, quando não se tem o que falar é melhor brecar seus ímpetos e descontroles para evitar fazer ao microfone a obra que fazes no sanitário da sua casa. Lamentavelmente esse tipo de construção verbal dissertada nesta pauta não é encontrada nem tão pouco explorada em botecos periféricos, em faculdades de jornalismo e principalmente na Comrádio do Piauí.

O veículo rádio transformou-se em incorrigível marginal, a televisão em uma desastrada prostituta e a internet o demônio dentro do seu domicílio, portanto falta caráter, veracidade, dignidade, responsabilidade e profissionalismo aos operadores da imprensa mercantilista do Piauí.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em terça-feira, fevereiro 26th, 2019 às 9:13 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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