Mirra, ouro e incenso já era

O período natalino e bálsamo aos canalhas, bandidos, ladrões e maus caracteres, usam o espírito festivo do nascimento de Cristo para aparecerem em mentirosas propagandas midiáticas apresentando seus votos de feliz natal, verdadeiros hipócritas, demagogos e canalhas, durante todo o ano cometem todo tipo de bandalheira contra o povo, especialmente os desfavorecidos, excluídos e abandonados, roubam-lhe até o último fio de esperança, são descarados em seus objetivos ludibriadores e enganadores.

Existe uma imprensa formada por indivíduos descompromissados, desonestos e usurpadores da boa fé da sociedade, pautam matérias tendenciosas de forma a vender gato por lebre a opinião pública, apresentam indivíduos nocivos detentores de dezenas de anos de mandatos como sendo os arautos e incontestáveis ícones da moralidade. Essas matérias são pagas a preço de ouro, embora a sutileza desses bandidos em suas cumplicidades não permite que o pobre desprovido de conhecimento consiga identificar o nível de perversidade dessas quadrilhas.

Me debruço despendendo imenso esforço para identificar uma ínfima ação positiva com atitude de benevolência, sensibilidade e atenção voltada a estender a mão para auxiliar esses milhares de semelhantes, esquecidos e famintos dos guetos, muquifos e periferias de Teresina. A inexistência desses atos são semelhantes a pés de cobra (ninguém consegue ver), evidentemente esses calhordas têm único objetivo, explorar a miséria da masa ignara para no momento exato da eleição comprar seu voto e sua consciência a preço de banana podre. Seria um tiro no pé se esses oportunistas de plantão fizessem ao contrário, ou seja, garantir a todos, cidadania, dignidade e respeitabilidade.

Sábado (23) ouvi em uma emissora de rádio, apelo veemente de um cidadão pai de 4 filhos, sua esposa desempregada, aluguel atrasado, há 4 meses sem receber salário, mesmo trabalhando não foi contemplado com 13º, pediu auxílio aos ouvintes, pois não tinha sequer um ovo para a ceia de natal. De forma criminosa o proprietário da empresa inadimplente estava feliz da vida, alegre e sorridente em entrevista em uma das televisões das Arábias desejando feliz natal a toda humanidade.

Lamentavelmente vivemos no Piauí, unidade federativa obrigada a obedecer determinações constitucionais. Na minha avaliação o tal canalha deveria ser enforcado em praça pública para dar exemplo a seus pares. É por essas e por outras que não dou confiança a essa festa de orgia adjetivada de natal, baseado nos procedimentos que declinei havendo um agravante no auge da confraternização, ou seja, a meia-noite, quando os estampidos dos fogos são assustadores, milhões de famílias ouvem a dolorosa e humilhante reação dos seus estômagos roncando de fome e me vem alguém absolutamente embriagado empanturrado de comida o que existe de mais caro na cultura do cardápio natalino, lhe abraça ao tempo em que lhe deseja de forma efusiva, feliz natal.

Gostaria de saber o significado dessa festa pagã, como também os efeitos das orações realizadas em breves palavras ao rebento protagonista de todo o espetáculo. Quero deixar bem claro que não tenho interesse em agradar ninguém, expresso meu pensamento nesta análise que faço obscura aos olhos, ouvidos e mentes de grande parte da humanidade no planeta terra.

Obs. Nesta data às 10h14 essa matéria é de forma exclusiva direcionada ao radialista Joel Silva, pelo seu procedimento veemente severo e criminoso na tentativa de impor censura, discriminação, exclusão e desmoralização pública enquanto ancorava o programa “Painel da cidade” veiculado pela Rádio Pioneira de Teresina, em brutal desrespeito a memória de Dom Avelar Brandão Vilela, autor da célebre frase  “comunicação para a verdade e a paz”.  O Joel Silva de forma irresponsável atrapalhou minha manifestação determinando ao operador interferência sonora  no momento em que me manifestava, por várias vezes interroguei se havia alguém no estúdio e simplesmente permaneceu calado, após encerrar a ligação fez o imbecilizado comentário: Ele tem a obrigação de falar aqui todos os dias. No preâmbulo teceu outros relincho  e boçalidades dignas de seu mau caráter. 

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em quarta-feira, dezembro 27th, 2017 às 8:50 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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