Mil perdões

Os críticos do Dunga, ex-tecnico da seleção brasileira tem obrigação moral de retratarem-se publicamente pelas injustiças que cometeram contra este profissional quando previu a imaturidade de algumas promessas de craques do futebol brasileiro, inexperientes, ineptos, descompromissados e imaturos. Temos hoje patente a inequívoca decisão do técnico que comandou a seleção brasileira no último mundial.

O Brasil mundialmente reconhecido como o país do futebol deverá informar torcedores e torcedoras a reconhecer que a arte de jogar bola evoluiu em todo mundo, com destaques para alguns países com exímia organização de seus campeonatos com seus clubes funcionando com performance de grande empresa, movimentando fabulosas cifras, fato este perceptível facilmente e nos coloca a quem de muitas nações que não tem o futebol como tradição oferecendo espetáculo dessa arte nos gramados.

É importante que haja a conscientização que o futebol exibido pelos clubes e seleção brasileira não mais assusta nenhum outro país por mais insignificante que seja no cenário mundial do futebol. É necessário que seja extirpado o câncer da maledicência da imprensa futebolística brasileira composta por torcedores privilegiados travestidos de profissionais que usam potentes veículos de comunicação com abrangência em todo o Brasil para expressarem seus desejos, ódios, desencantos, derrotas, vitórias e finalmente destruir ou promover membros de clubes e seleções para satisfação própria e preenchimentos de egos e vaidades causando desgastes, danos terríveis a evolução e representatividade do futebol brasileiro.

O Pavilhão Nacional, símbolo máximo do Brasil contem a seguinte frase: “Ordem e Progresso,” significa dizer que para existir progresso é necessário que haja ordem, é exatamente o que necessita todo segmento do futebol brasileiro acrescido de outros conceitos como: disciplina, doutrina, hierarquia, honestidade e responsabilidade, se atingirmos esse patamar não existirá a mínima sombra de dúvida que o resgate e credibilidade do futebol brasileiro serão alcançados em curtíssimo espaço de tempo.

Pelé, o maior craque de todos os tempos do futebol mundial, em algumas entrevistas que concedeu ao longo de sua carreira como iluminado, predestinado a dominar uma bola nos mais variados estádios do mundo fez algumas declarações, muitas delas despretensiosas, mas com visões futurísticas inimagináveis como: “Ajude as criancinhas, elas precisam de todos nós para crescer; Se você é um engraxate procure ser o melhor; O povo não está preparado para votar”.

Ao assinar seu contrato milionário com o Cosmos, time de futebol dos EUA, anteriormente já havia encerrado sua carreira como profissional três vezes, justificou-se dizendo que estava pobre, todo seu trabalho até então foi dedicado ao Brasil por amor, agora tinha que cuidar dele. Estas frases e explicações foram pronunciadas sob momentos de muita pressão, muita emoção e muito desgaste físico, psicológico e mental, mas fundamentais para brindar as páginas da história do rei de todos os gramados. Seleção brasileira, gestores autoridades e trabalhadores no futebol, sejam dignos o suficiente para amarrarem acocorados as chuteiras do rei Pelé.

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Este texto foi publicado em quinta-feira, agosto 11th, 2011 às 12:24 am na(s) categoria(s) Crítica. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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