Madalena arrependida

Domingo (3) 8h da manhã, me deparei com a cadeirante Carla Cléia no Studio da rádio Difusora de Teresina prefixo 1.370, ancorando o programa denominado “A hora da acessibilidade”, enquanto ouvia o preambulo do objeto da programação me debrucei em algumas reflexões.

Após 40 anos de andanças pelo Brasil sendo a maior parte vivida no Rio de janeiro (26 anos, para ser preciso acrescento mais 6 meses), retornando a Teresina em janeiro de 2000, ao decorrer de 21 anos não tomei conhecimento de uma mulher ancorando qualquer tipo de programa na concessão pública de rádio difusão rádio Difusora, resisto em não acreditar que a jornalista e advogada Carla Cléia, tenha aceitado a imposição, intransigência e arrogância do Mário Rogério da Costa Soares, determinando a proibição de nomes de cidadãos alijados de terem suas identificações mencionados na programação da emissora, como: jornalista Carlos Amorim, procurador Geral do estado Kildere Ronne,  ex secretário de administração do estado Paulo Ivan, e outros.

Em meu caso específico o Mário Rogério em dezenas de delegacias de polícias, juizados de pequenas causas, fóruns cíveis e criminais e tribunal de justiça foi claro, explicito e contundente ao declarar peremptoriamente as autoridades que o interrogaram que o jornalista Carlos Amorim, é terminantemente proibido de manifestações na programação da rádio, embora não apresentasse qualquer motivo plausível para sustentação desse crime de censura, abuso e brutal desrespeito as garantias de liberdade de expressão, pensamento, livre manifestação das ideias e direito ao contraditório em consonância com o artigo 220 da Carta Magna brasileira. Por incrível que pareça o Mário Rogério, desde 2005 permanece incólume graças a impunidade reinante na justiça do direito promovido por julgadores de faz de conta.

Em novembro de 2020 ao ocupar espaço como candidato a prefeito, na rádio Teresina FM, ao ser interpelado por mim referente a prática de censura a ser implantada na prefeitura, respondeu que eu estava chateado por ter perdido todos os processos para a (emissora casca de ovo de pato). Pela centésima vez percebi que trata-se de um indivíduo mentiroso, mau caráter e canalha no mais alto grau.

Por insistência de juízes e promotores arquivei três processos em desfavor do Mário Rogério, em uma composição de reconciliação foi obrigado a se retratar publicamente desfazendo o que havia afirmado anteriormente, cito umas das agressões: Tem um viado pegajoso atrás de mim, me perseguindo em todos os lugares que vou, já lhe disse que está despachado, eu não como viado, esse assédio está causando problema com minha mulher.

Ao dividir a bancado com o Tomaz Teixeira, declinou: Esse Carlos Amorim é um medíocre, é um cego safado, eu não mudo de calçada para inimigo, principalmente, repito, para um cego safado como você. Tenho convicção que o Mário Rogério, tem em seus anais policiais e judiciários todo esse importante histórico para compor sua inédita revista a ser lançada de forma mais atrasada que parafuso de rosca velha.

Um comunicador e deficiente visual  arrendou espaço para apresentação de um programa semanal, em um período eleitoral da ACEP (Associação dos Cegos do Piauí) promoveu debate dentre candidatos a presidente da instituição  me excluindo (Carlos Amorim) de forma criminosa provocando imensos prejuízos  a divulgação das propostas, os motivos dessa estroinice o Mário Rogério levará para seu túmulo em uma cova rasa na periferia de Teresina.

Não sou ouvinte dessa falida rádio, mas esporadicamente acompanho tipo de pauta preferida do Mário Rogério, (agressões diárias a honorabilidade, dignidade e respeitabilidade de cidadãos e autoridades, xingamentos impublicáveis, criminosas expressões em desfavor do Congresso Nacional, do presidente da República, do governador do Piauí, poderes e instituições).

Em decorrência das agressões a língua pátria, nos quesitos concordância verbal e nominal, percebe-se facilmente que os protagonistas de forma geral desses eventos são desprovidos de conhecimento, escolaridade e formação,  o objetivo específico é simplesmente corroborar, apoiar e bajular o Mário Rogério em suas vergonhosas politicagens que jamais prosperarão, portanto minha querida Carla Cléia, sou testemunha do seu profícuo trabalho desenvolvido no processo da militância política, social e acessibilidade, embora no momento atual não vislumbro êxitos em tua nova empreitada, estais atolada em um mar de lama atuando como profissional da comunicação nessa emissora preconceituosa, discriminadora e excludente.

Havendo alguma dúvida, tenho termo probante as afirmativas que declino nessa pauta. Há um adágio popular que assevera, “ninguém é tão rico que não possa receber ou tão pobre que não possa doar”, sabe-se lá se o projeto em baila trata-se de um ás de ouro ao arrependimento de toda merda que o o cuspidor de microfone Mário Rogério realizou para prejudicar cidadãos, instituições, autoridades e poderes.

Carlos Amorim DRT 2081/PI

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