Justiça cara de pau

O deputado federal Eduardo, filho do presidenciável Bolsonaro, há 4 meses gravou manifestação crítica ao Superior Tribunal Federal. Nesses últimos dias veio a tona o conteúdo da matéria causando imensa repercussão nacional, quando os oportunistas, sensacionalistas e desocupados em frenética busca incessante de aparecerem, tiram proveito a qualquer custo do episódio, a meu ver não merece estardalhaço promovido pela imprensa marrom, chapa branca, tendenciosa, mercantilista, venal, irresponsável e mentirosa. Corroboro totalmente com o pensamento do jovem deputado, sem excluir uma única vírgula.

Sou vítima contumaz dos atos atrozes e injusto cometido por essa justiça rabo de cabra, os exemplos são nítidos, visíveis e inquestionáveis, vejamos: José Dirceu condenado a 30 anos de cadeia, graças à anuência da corte máxima de justiça do Brasil perambula livremente em todo território brasileiro, em verdadeira farra turística.

O presidiário Lula, ao ser defenestrado pela justiça da possibilidade de ser guindado a promoção a ministro da casa civil no governo Dilma Rousseff, em pronunciamento em rede nacional de rádio, Televisão e internet adjetivou todos os ministros com palavras de baixo calão, de forma grosseira que não me atrevo nem tão pouco ouso repeti-las aqui, culminando seu ato verbal desastroso em classificar os membros do STF de covardes, acocorados e descompromissados, ficou incólume até a presente data.

A ex-presidente Dilma no ato de impeachment, foi rasgado a Constituição Federal pelo ministro Lewandowski, ao impedir os direitos políticos com prazo previsto em lei de 8 anos.

Paulo Maluf, roubou, corrompeu, furtou e se apropriou de bilhões de recursos provenientes do erário, sempre recebeu as benesses dessa justiça carcomida e inútil. Esse recalcitrante após atingir a fase de idoso decrepito e inválido sofreu uma pena mamão com açúcar, a famigerada prisão domiciliar.

O empresário de sobrenome Barata, detentor e controlador do monopólio de transporte coletivo urbano do Rio de Janeiro, submeteu a melindrosa corte de justiça brasileira verdadeira gangorra, por 5 vezes consecutivas uma turma mandava prender e outra mandava soltar, portanto não encontro nenhuma razão plausível que possa contestar as palavras declinadas pelo deputado, quando se referiu a inexorabilidade desses reis e rainhas, sendo apenas um cabo e um soldado capazes de encerrar esse poder.

Um senador que ocupava o cargo de presidente do Congresso Nacional se recusou de forma veemente atender mandado prolatado por um ministro, na ocasião desacatou um oficial de justiça mandando recado desaforado ao magistrado, o autor da expedição da intimação deu o calado como resposta e brindou a desobediência com champanhe francesa da safra da era de Luis XV, imperador Francês, portanto os longos discursos de repúdio pronunciado por essa turma não merece consideração do mais reles brasileiro, faminto, abandonado, excluído e esquecido.

Ao exigirem respeito, é importante impor seriedade, honestidade e dignidade, ai sim, estarão empatados cidadania e respeitabilidade, fora desses parâmetros e só bravata, balela e papo furado, conversa de malandro para delegado.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em terça-feira, outubro 23rd, 2018 às 8:42 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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