Jabuti trepado em palmeira de carnaúba

Dia 23 de julho de 2018 estive com Rodolfo Vale, diretor da rádio Antares AM, meu objetivo era concretizar a veiculação do programa educativo “Guia Legal”, projeto exclusivamente voltado a informação, educação, conscientização e orientação a sociedade para a política de acessibilidade vigente no Brasil pertinente as garantias de direito a pessoa com algum tipo de deficiência, abraçado pela lei 10.098 artigos 24º e 26º/2000, pauta exclusiva a publicizar a vastíssima legislação das 3 esferas de governo para a política de acessibilidade, quando informaríamos como a população deveria atender as necessidades da pessoa com algum tipo de deficiência ao prestar auxílio em vários aspectos.

O Rodolfo Valentim antes que eu concluísse meu relato disse que não tinha conhecimento do tal projeto, que em suas mãos não havia sido entregue absolutamente nada referente ao meu pleito. Na ocasião pediu minha DRT, apresentei minhas credenciais de jornalista e radialista emitidas pela Superintendência Regional do Trabalho, de forma mal educada e desrespeitosa atirou as carteiras sobre a mesa em minha direção dizendo: “Vá resolver seu problema no sindicato dos radialistas, o diretor sindical Valdeque Morais me informou que seu registro de radialista não é reconhecido pelo sindicato”. Retruquei perguntando se havia algum documento com esse argumento, a resposta foi negativa acrescida de uma expressão estúpida (apenas verbal). Antes de encerrar o maledicente encontro asseverou que tinha doze pedidos de programas na mesma situação que o Guia Legal.

Sem muito esforço percebi a irresponsabilidade do Rodolfo Vale, quando acatou o embargo de um canalha sem qualquer termo probante que desse autenticidade a falsidade ideológica do Valdeque Morais, atrapalhando e dificultando o importante projeto de uma parceria da Associação dos Cegos do Piauí/Acep com a Fundação Antares. Esse desastroso episódio causou graves prejuízos as entidades e profissionais do seguimento.

Em uma confraternização nos festejos juninos realizado no pátio da Antares o presidente da Fundação Antares Pe. Humberto Coelho, solicitou minha carteira de locutor, apresentador e animador e a fotografou, ato que poderá ser constatado se a justiça autorizar a quebra do sigilo telefônico do presidente. Não tenho dúvida de processo de perseguição pessoal envolvendo a trinca, Valdeque Morais, Humberto Coelho e Rodolfo Vale, ao afirmar peremptoriamente ausência da autenticidade do meu registro profissional em decorrência de informações privilegiadas junto a Superintendência Regional do trabalho, vejamos:

O decreto federal 9.329 de 4 de abril de 2018 anulou o decreto 84.134 de 1979 que regulamentava a Lei 6.615 no sistema da Superintendência, que assegurava o registro na função de locutor apresentador e animador. Por desleixo do Ministério do Trabalho o decreto 9.329 em vigência só foi atualizado no sistema em maio de 2019, essas informações silenciadas prejudicou centenas de profissionais da rádio difusão piauiense que tiveram seus registros deferidos com a extinta nomenclatura funcional. O meu registro foi deferido em 11 de junho de 2018, ou seja, dois meses após a publicação no Diário da União. O que é gravíssimo em todo esse imbróglio refere-se a canalhice da trinca de calhordas, quando preteriram a realização do programa Guia Legal, no período que meu registro de radialista tinha validade, em decorrência que a suspensão do mesmo se deu em 30 de novembro de 2018.

Em 3 de junho quando entreguei toda a documentação ao Pe. Humberto Coelho, o programa deveria ter sido veiculado até novembro, garantido apenas em minha capacitação de radialista, pois sou jornalista com DRT válida, em conformidade com declarações em depoimento no Ministério do Trabalho, quando o J Filho, presidente do sindicato dos radialistas em 16 de maio de 2019 asseverou a procuradora Drª Maria Helena.

Recebi na ocasião documento que foi repassado pelo Valdeque Morais, informando a suspensão da minha DRT de radialista em consequência de uma averiguação pelo Ministério do Trabalho em Brasília. Está nítido, sem a mínima sombra de dúvida que Valdeque Morais destilou seu mau caratismo em prejuízo de dois mil membros associativos com deficiência visual, registrados na Acep. Denunciei todo esse episódio a Procuradoria Federal secção PI, o processo foi distribuído para o procurador Antônio Cavalcante, que solicitou informações há 20 dias a Superintendência Regional do Trabalho do Piauí.

Vou prosseguir denunciando esses oportunistas de plantão pendurados na concessão pública rádio Antares, que tem como único objetivo prejudicar as boas ações advindas de voluntários valorosos comprometidos com o progresso do Piauí. Como trata-se de um órgão pertencente ao estado, com a palavra o governador Wellington Dias e sua vice Regina Sousa, para defenestrar de uma vez por todas esses canalhas que prestam um desserviço a profissionais lotados na emissora com vastíssima folha de trabalho prestado ao longo de 20, 30 anos de serviços perseguidos e aterrorizados por esses indivíduos inescrupulosos e impunes.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em quarta-feira, agosto 14th, 2019 às 8:27 am na(s) categoria(s) Crítica, Denúncia, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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