Incentivo ataque a faca aos homoafetivos

Recentemente houve em São Paulo um evento na Avenida paulista, quando todas as vertentes LGBT desfilaram, reivindicaram e se confraternizaram alegremente, mas o velho popularíssimo adágio garante que quando o diabo não vem manda o secretário, um canalha espírito de porco decidiu achincalhar um casal de homoafetivo, quando uma breve chuva caiu sobre a multidão o casal correu em busca de abrigo e um indivíduo gritou “corre como homem, viado”, a vítima parou indo tomar satisfação com o autor, ao perguntar qual o seu problema foi atacado com mortal golpe produzido por um canivete, ferido de morte faleceu no local enquanto o assassino fugia em direção ao Metropolitano, identificado pelas câmeras foi preso nesta terça-feira 23.

Faço esse preâmbulo com o abjetivo de denunciar, criticar e solicitar severas providências em desfavor da conivência, omissão, irresponsabilidade e parcimônia do Mário Rogério da Costa Soares, detentor da concessão pública rádio Difusora. Semana passada no programa “tribuna livre” veiculado de 8 as 9 horas de segunda a sexta-feira, através do telefone o indivíduo de prenome Geraldo, declarou textualmente ser HOMOFÓBICO, incidindo em crime de injúria contra um contumaz ouvinte do programa de nome professor Renato, também identifica-se ser homoafetivo, costuma em suas manifestações falar do relacionamento amoroso com seu namorado, fato que causa cólera e transtorno ao antiético falso moralista Geraldo.

Em repúdio a orientação sexual do professor, teceu pejorativos comentários, acrescentando que ao ter relação anal com outro homem estaria propenso a morrer do coração em decorrência de alguns vírus, germes e bactérias que seriam transmitidos com a realização do coito.

O que me causa espécie é que esse tipo de ataque imbecilizado e criminoso acontece livremente sem que haja a mínima intervenção repressora por parte do moralista tupiniquim Mário Rogério, tais procedimentos aos microfones dessa caduca emissora são fatos contumazes e cotidianos, a meu ver geradores de inquietações, ódio, rejeições para que indivíduos de periculosidade semelhante possam motivado por essa emissora saírem do discurso à prática. Constantemente me interrogo, onde estão as autoridades desse estado? Cito: Ministério Público, Procuradoria da República, Tribunal de Justiça, Direitos Humanos, Delegacia Policial das Minorias, OAB e Defensoria Pública.

As emissoras de rádios convencionais de concessões públicas por força de cláusulas contratuais são fiscalizadas pelo Ministério das Comunicações e Anatel, não entendo a impunidade reinante neste veículo de forma exponencial. O diretor dessa emissora habituado a enganar, ludibriar, vilipendiar e iludir autoridades desse estado continua incólume, graças aos pretextos apresentados como justificativas para não cumprir exigências de inúmeras instituições legalmente constituídas.

Em pleno século XXI ano 2018, a rádio difusora AM impõe severa censura e exclusão imposto ao pensamento contrário do radialista Mário Rogério, sua ousadia e petulância é humilhante, quando tem o desplante de em inúmeros depoimentos em delegacias de polícia e em todas as instituições de justiça, declarar peremptoriamente a proibição de manifestação deste jornalista em sua rádio. Fato vergonhoso a existência de inúmeras determinações judiciais de sentenças e composições acordadas desrespeitadas por esse elemento. Lembro-me sem muito esforço de 12 ações que promovi em desfavor de sua péssima atitude enquanto locutor.

Carlos Amorim DRT 2081



Tags:
Este texto foi publicado em quinta-feira, dezembro 27th, 2018 às 10:14 am na(s) categoria(s) Crítica, Denúncia, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

Deixe um comentário

Seu comentário