Homenagem ao dia nacional da injustiça

O Brasil cultua alguns adágios referentes a uma série de injustificabilidade, é o processo de enganar, ludibriar, vilipendiar, principalmente os incautos e desprovidos do mínimo possível de reconhecer e identificar objetos de maledicências criminosas em desfavor da retidão, dignidade, responsabilidade e honestidade da justiça.

Há 13 dias o Egrégio Tribunal de Justiça através de um desembargador concedeu decisão favorável a greve promovida há três meses pelo sindicato dos trabalhadores da educação, determinou ao governador Wellington Dias que o aumento de 6,81 fosse pago imediatamente sob pena de multa por desobediência, ocorre que o velho e ultrapassado mote de que ordem de juiz não se discute cumpre-se, sua essência e respeitabilidade é o mesmo que produto de fossa de rodoviária de beira de estrada.

O descompromissado governador não aceitou a determinação judicial e foi ter com o desembargador protagonista da decisão, contestando de forma veemente o que foi prolatado pelo magistrado, sugeriu que fosse realizado uma reforma, de forma surpreendente o magistrado alterou a sentença imputando aos grevistas a obrigatoriedade de retornarem ao trabalho imediatamente sob pena de multa diária de 15 mil reais por dia. Minha tataravó se fosse viva diria que o feitiço virou contra o feiticeiro, eu que sou mais civilizado assevero que o ônus da culpa foi investido graças a força da irresponsabilidade e imposição de quem tem o poder da caneta cheia de tinta pronta para atuar em desfavor do que pode menos e agigantar-se perante outra instituição que deveria ser independente.

Como perguntar não ofende, gostaria de saber qual o valor dessa canetada indecente. Temos diariamente informações da gigantesca violência reinante no Brasil, são crimes de toda ordem, homicídios até a presente data contabilizados acima de 60 mil, estupros, a mesma faixa de incidência, o vagabundo é preso em flagrante e a justiça o coloca em liberdade em frações de minutos.

No quesito feminicídio as ocorrências são gravíssimas, humilhantes, vergonhosas e preocupantes, 10 atos dessa natureza promovidos recentemente seus autores ficaram na cadeia por no máximo uma semana, a cumplicidade dessa justiça vagabunda desse país desmoraliza o cidadão digno, honesto, trabalhador e contribuinte dessa merda que nós vivemos.

Estou falando com conhecimento de causa e vítima de atos atrozes cometidos por essa turma da toga, descompromissada no mais alto grau. O Brasil sem rumo e sem destino, esses agentes que julgam de acordo com sua cabeça, desconsiderando e desprezando a legislação tem como garantia magistral impunidade, fazem tudo que lhe vem na telha, graças ao corporativismo brutal entre essa corja.

Tenho convicção que governo e justiça do Piauí desenterraram o Garrastazu, com todos os atos inconstitucionais e o estabelecimento do pau de arara, prisões arbitrárias, porrada na cara dos adjetivados de subversivo, prisões criminosas e expulsão de cidadãos e cidadãs. Foi restabelecido a vontade de um só com base nas decisões monocráticas.

O professor vitima de todas essas atrocidades jamais retornará a sala de aula com o objetivo de recuperar ou amenizar a perda do ano letivo 2018, no máximo colocará em prática a célebre declaração do Vampeta, filho famoso de Nazaré das Farinhas, que em uma coletiva garantiu que: “Eles fingem que me pagam e eu finjo que jogo”, então os fãs ardorosos do comunicador Donizetti Adalto, assassinado friamente, recordarão sua frase expressada diariamente no seu programa de televisão: “Morro e não vejo tudo”.

O que podemos arrebanhar desse procedimento imundo do Wellington Dias, é a explicita má fé em garantir ao estado do Piauí a evolução de 500 mil analfabetos, entendo o ato como proposital para que o miserável continue cada dia mais dependente das bolsas governamentais de auxilio aos flaméricos, para que se tornem presa fácil ao habitual assistencialismo imoral do governo do estado.

Temos como exemplo o fanatismo dos dependentes do bolsa família, minha casa minha vida, das distribuições de bugigangas e outros objetos de alienação para lavagem cerebral da massa ignara transformada em gado velho, gado novo e gado doente com a corda amarada no pescoço, sendo puxada para o sacrifício capital indo pela própria vontade, lépido, fagueiro e sorridente, pois seu entendimento é menor que semente de fumo.

Enquanto perdurar tais processos de maldade extrema, as urnas eletrônicas agraciarão dezenas de mandatos a fio a esses canalhas com extensão nefasta a suas famílias, bajuladores, capachos, putas e puxa sacos. Quem viver verá o tipo de mudança que teremos após a proclamação da votação.

Carlos Amorim DRT 2081

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