Golaço de placa

O então presidenciável Jair Bolsonaro, ao realizar comício na Avenida paulista, centro da capital, entusiasmado, motivado, empolgado e ovacionado assegurou que varreria o PT do território brasileiro, os que não fossem presos seriam deportados do Brasil.

Os analistas, jornalistas, comentaristas, oportunistas e falastrões fizeram desse pronunciamento verdadeiro cavalo de batalha, repudiaram de forma veemente o tema do discurso do Bolsonaro, foi como incomodar vespeiro no conforto do seu habitat, elencaram uma série de incongruência, por exemplo, seu ódio foi destilado de forma gigantesca, houvera gritante agressão às garantias de direitos do adversário a postura do presidenciável com incentivo explícito a proliferação de contendas, homicídios e desacato entre os eleitores e outa série de imbecilidades, tinham convicção que seriam derrotados impiedosamente e perderiam seus penduricalhos e contracheques gordurosos exercendo funções criminosas bajulando ou vivendo nababescamente as custas do erário a das benesses oportunizadas pelos donos do partido que possa adjetivá-lo de sindicato de bandidos.

A meu ver o presidenciável Bolsonaro, demonstrou muita inteligência, perspicácia e competência para assustar a corja do PT e o seu representante Haddad, que mais perdido que cego em tiroteio abriram a caixa de ferramenta e doravante atacaram de forma impiedosa o líder das pesquisas com palavras de baixo calão, mentiras, calúnias, injurias e acusações de todos os tipos que jamais poderão confirmá-las em juízo através de termos probantes ou testemunhas de algo que o valha. Somente no processe de transição e que o enigma ou a casca de banana para os bobos escorregarem foi revelado o verdadeiro objeto daquele discurso, exatamente com o convite do juiz Sérgio Moro para comandar o superministério do governo Bolsonaro, a partir de 1º de janeiro de 2019.

O que estava obscuro agora nítido, vivíssimo e claríssimo refere-se a sucessão do presidente Bolsonaro, que será a indicação do juiz Sérgio Moro, a presidência do Brasil no próximo pleito eleitoral. O presidente tem declarado publicamente que acabará com a reeleição, sendo ele mesmo o primeiro a abdicar desse processo. Entendo que tá demonstrado o valiosíssimo gesto de grandeza, respeitabilidade a democracia e gigantesco passo para reduzir ou diminuir distâncias entre os gigantes da política brasileira e as minúsculas e insignificantes amebas que ousadas, audaciosas e petulantes tentam alcançar lugares melhores onde ganharam vida, absolutamente inóspitas e indesejadas.

Lembro-me que no processo eleitoral para vereador dos anos 80 no Rio de Janeiro votei no Carlos Faial, mas posteriormente lamentei não ter sufragado o nome Bolsonaro, naquela fase conturbada da politica brasileira, quando naquelas memoráveis manifestações em frente a Câmara Municipal do Rio de Janeiro ao lado do clube Cordão do Bola Preta, vizinho ao teatro municipal o atual presidente da república federativa do Brasil Jair Bolsonaro, realizou verdadeira obra de arte em prol do que temos hoje ao alcance de nossas mãos, independência, liberdade e soberania, ele sabia o que queria para o futuro do Brasil, e para a felicidade de todos esse futuro chegou. Entendo que com esse histórico o PT jamais ressuscitará da profunda cova que foi enterrado para sempre.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em segunda-feira, novembro 5th, 2018 às 8:26 am na(s) categoria(s) Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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