Galinha que segue pato morre afogada

Dia 19 estive na sede da vice-governadoria, convidado para receber resultado de protocolos da vice-governadora Regina Sousa, um deles referente a pedido de cópia das imagens das câmeras da sala de recepção da vice-governadora, meu objetivo orientado pela minha advogada, seria identificar as pessoas presentes que testemunharam o inconveniente despautério da servidora pública Antônia Geneide Santos, lotada no gabinete da Regina Sousa, que lamentavelmente desmoraliza o conceito de sua superior hierárquica conquistado a duras custas com inteligência, competência, lágrima suor e muito esforço. Infelizmente minha solicitação não foi possível em virtude dos equipamentos de gravações não estarem funcionando, foram desligados para realização de obras no prédio.

Por ser pessoa com deficiência visual senti naquele dia 5 a presença de umas seis pessoas no recinto aguardando algum procedimento e alguns policiais que faziam a segurança do local. A recepcionista que estava em seu birô ao alcance da minha mão, tomei conhecimento através da senhora de prenome Conceição que chama-se Igre Dias, a qual muita solícita atendeu meu pedido para ler o ofício, ato recusado pela servidora Geneide, que tambem informou o nome da inexpressiva servidora pública.

Quero crer na idoneidade a existência de autenticidade as informações que me foram disponibilizadas, embora tenho conhecimento que ninguém é obrigado a fazer prova contra si. A meu ver é inimaginável tratar-se de corporativismo para dificultar e ocultar um fato terrível e criminoso como o que fui submetido ao ser injuriado pela servidora Antônia Geneide Santos, que asseverou peremptoriamente que me conhecia, que eu seria um cego que fazia uso da minha cegueira para prejudicar as pessoas e tirar proveito da minha deficiência visual em causa própria.

Essa agressão tornou-se impossível ser identificada através de leitura labial através das imagens que foram negadas, embora os códigos processual e criminal obrigam ao acusador apresentação do ônus da prova de quem acusa. Aguardo com ansiedade o depoimento da servidora pública Antônia Geneide Santos, como convencerá ao Ministério Público e ao meritíssimo ou meritíssima do Egrégio Tribunal de Justiça sua torpe acusação, que foi agredida em voz alta com a seguinte frase: “vai tomar naquele lugar”. Pela minha experiência o maior desafio a ser enfrentado por essa vilã de meia tigela é traduzir o que significa a tal expressão prestada em seu depoimento a delegada Vilma Alves, titular da especializada da mulher.

É nítido que existe desvio de função no critério de mérito para registro de instauração nesta especializada, em virtude que a vítima fui eu, cidadão com deficiência visual, contribuinte que exigiu respeito a desprovida servidora, desqualificada para exercer sua atividade laboral, quando se apresentou a mim não se identificou, não me convidou para uma sala para que o assunto a ser tratado não fosse propagado a todos presentes na recepção.

No afã de se justificar por ter reconhecido sua brutal falha, apelou de forma estúpida ao sensacionalismo e autovitimismo, me adjetivando de mau educado, pois falava alto e ela não tolerava, por esse motivo recolheu-se ao interior do gabinete me abandonando de forma humilhante aos questionamentos de curiosos presentes. Não posso imaginar a existência de parcimônia a manutenção apoiando este membro serviçal na vice-governadoria.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em terça-feira, junho 25th, 2019 às 11:33 am na(s) categoria(s) Crítica, Denúncia, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

Deixe um comentário

Seu comentário