Fanatismo inútil

Dia 14 de novembro do corrente ano o prisioneiro Lula, ex-presidente da república foi interrogado pela juíza federal que substitui o titular Sérgio Moro, quando deu provimento ao processo que envolve o sítio de Atibaia, moeda de corrupção onde o chefe de quadrilha Luis Inácio Lula da Silva, está comprometido e atolado até o último fio de cabelo nesse crime. O réu tentando impressionar e pressionar a magistrada indagou se ele era o dono ou não do sítio, a magistrada arguiu que quem fazia as perguntas era ela, ele estava ali na condição de interrogado que seria ouvido, julgado e condenado.

Em uma segunda tentativa buscando notabilizar-se asseverou que o juiz Moro era amigo de alguns bandidos o qual os conhecia muito bem, e que o juiz tinha círculo de amizade com os mesmos. A juíza de forma incisiva reagiu declarando que o Dr. Moro não conhecia, nem tão pouco ara amigo dos seus delatores. Não satisfeito conclamou a militância do PT, como também os líderes para abarrotarem os tribunais de denúncias em desfavor das instituições legalmente constituídas que o acusam e condenam sem provas.

A meritíssima pela terceira vez o chamou atenção argumentando que seu gesto era nocivo, pois conclamava e insuflava pessoas a cometerem ilícitos, na ocasião o advertiu e determinou que parasse com tudo aquilo, pois do contrário arrumaria problema com ela. O desesperado ladrão mais perdido que cego em tiroteio naquele momento reconheceu estar indo a passos largos para o mais obscuro fundo do posso não conseguindo concatenar suas ideias, consciente de seu poder de persuasão e verbalização convincente, havia ido para as cucuias.

Há uma expressão bem pejorativa e vulgar que assegura os canalhas em sua autodefesa além da mentira, “reconhece que pode enganar todos por algum tempo, mas jamais todos por todo tempo”, é nesse parâmetro que está enquadrado o decrepito Lulalá. Aquele procedimento de enquadramento do ex-boia fria de São Bernardo do Campo foi constrangedor e humilhante.

Pelo conhecimento que tenho dos atos do Lula, presidente do sindicato das montadoras de veículos, em suas bravatas 5 horas da manhã em cima de carroceria de caminhão nas portas das fábricas, o atual momento que vivência é verdadeiro sepultamento de sua história em cova rasa em um cemitério de qualquer periferia. Foi um homem valente, destemido, audacioso, petulante, vaidoso, intransigente, ególatra, individualista, egoísta e violento, imagino suas noites solitário, abandonado, esquecido, derrotado, humilhado e trancafiado, acredito que por centenas de vezes desejou a morte como bálsamo amenizador da sua dor, lágrimas e arrependimento.

Diariamente ouço nas emissoras de rádio aberto a opinião pública, apaixonados, incautos, subservientes, capachos e aficionados amantes desse trapo humano, todos em uma única voz clamando justiça, afirmando e confirmando a inocência desse chefe de quadrilha que por muito pouco não transformou o Brasil em uma Venezuela. É importante conscientizar essa gente que o seu ídolo sucumbiu em vigorosa areia movediça que quanto mais esforço faz para se desvencilhar só tende afundar irremediavelmente.

É importante que esses pobres adeptos do Lulalá, tenham convicção em suas mentes e seus corações que a era Lula acabou de uma vez por todas no Brasil, se por acaso de forma remotíssima esse decrepito ancião conseguir cumprir sua cadeia neste plano, tenderá para um Paulo Maluf, também da sua mesma estirpe, enterrado e isolado da sociedade como sendo um anum trancado em uma gaiola de ouro balbuciando a música de Gal Costa, “sonho meu”, desejo patético à liberdade muito distante, utopia que jamais alcançará. Aos visitantes, cemitério da Consolação/SP, carneiro 27 fila 17, túmulo 13. Bom descanso e vida eterna em outro plano

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em quinta-feira, novembro 22nd, 2018 às 9:31 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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