Em Pasárgada sou amigo do Rei

cefA Caixa Econômica Federal tem se notabilizado por protagonizar através dos seus funcionários, estúpidos constrangimentos em desfavor da pessoa com algum tipo de deficiência, ao solicitarem a disponibilidade de serviço que é obrigação do empregado garanti-lo.

Neste ano 2018 nefastos procedimentos de funcionários desqualificados e inaptos para entender e respeitar a politica vigente no Brasil pertinente as garantias de direito às pessoas com algum tipo de deficiência assegurado por vastíssima legislação federal, inclusive determinações da convenção da ONU realizada em Genebra na Suíça, Nova Iorque nos Estados Unidos e Salamanca na Espanha, lamentavelmente são desrespeitadas, ignoradas e avacalhadas ao bel prazer de quem quiser, em virtude de vergonhosa e humilhante impunidade.

Recentemente escrevemos neste veículo três matérias denunciando ao vandalismo ético e moral de eventos depreciáveis e desmoralizadores de ações de empregados da Caixa Econômica Federal, vitimando pessoas com deficiência. As matérias que são: “Gerente bagaço de cana, Faltam rédeas, brides e ferraduras e cão guia armado até os dentes”. Não sinto o mínimo prazer em denunciar essas mazelas, ocorrências diárias de péssimo atendimento ao cliente ou tomador de serviço dessa instituição federal, mas é necessário levarmos ao conhecimento da opinião pública estas indigestas e imorais atitudes desenvolvido pelos empregados dessa instituição federal.

No decorrer deste ano até a presente data tivemos um evento repudiável cometido em desfavor do presidente da Associação dos Cegos do Piauí na agência José dos Santos e Silva, em seguida professor Cleiton, vitima de insuportável abuso em uma agência no bairro Dirceu Arcoverde e em terceiro lugar com o gestor deste veículo, desta feita violentado em sua honorabilidade na agência Areolino de Abreu. D

Dantesco ato repetiu-se segunda-feira (3), agência Conselheiro Saraiva, localizada na Praça Rio Branco, tenho convicção que algumas providências foram tomadas com base em reunião que mantivemos na sede asa Associação dos Cegos do Piauí/Acep dia 13/07/2018, em virtude que foi facilmente perceptível o procedimento dos seguranças ao me recepcionarem, ocorre que na esfera administrativa é necessário educar os atendentes para evitarem transtornos ao cliente com deficiência.

Ontem por volta de 15h fui levado por alguém até um funcionário que estava em atendimento, fui acomodado em uma poltrona a um metro do atendente, ao concluir o atendimento em andamento o agente da Caixa se dirigiu a mim com a seguinte proposta: Estou vendo que o senhor está de óculos escuros, conduz uma bengala na mão, portanto deve ser cego, o que o senhor deseja? Declinei o meu pleito e em seguida veio a esdruxula exigência: Para o seu atendimento é necessário uma senha, retruquei informando que aquela proposta era desnecessária, aceitaria a senha se tivesse escrita em relevo Braille, pois não consigo identificar o registro contido impresso em tinta, veio então a sugestão boçal e desrespeitosa: O senhor pega a senha e pede a moça para declinar o número, é fácil memorizar perfeitamente, disse-lhe que sua proposta não tinha amparo legal, pois eu não necessito de babá, exijo de forma plena exercitar minha cidadania. O pobre desprovido funcionário encerrou seu papo furado com esta maravilha: Vou imprimir uma senha para o senhor, você vai ficar ai sentado esperando chegar a sua vez, que será avisado por mim.

Pelo contexto dessa interação vazia e humilhante qualquer simples imbecil reconhece que toda essa baboseira poderia ser evitada se aquele pobre-diabo tivesse o conhecimento adequado para assegurar excelente prestação de serviço, não apenas à pessoa com algum tipo de deficiência e sim a todo cliente da Caixa. Amarguei quase 40 minutos de espera enquanto eram atendidas outras pessoas usadas como bode expiatório por aquele indivíduo intransigente, arrogante, truculento, prepotente e mau educado, nesse meio tempo liguei para a assessoria jurídica da superintendência da Caixa, falei com a funcionaria que esteve na reunião na sede da Acep, que ouviu minhas reclamações e assumiu resolvê-las, embora eu tenha me retirado após o meu pleito atendido as duras custas, operação que demandou duração de no máximo 5 minutos. É importante informar que não me foi disponibilizado alguém para orientar a porta de saída, em virtude da inexistência de piso tátil, fiquei no interior da agência mais perdido que um transatlântico em alto-mar tempestuoso sem leme e com motor em pane.

Existe atualmente no Brasil gigantesca polêmica da indevida intervenção da Organização das Nações Unidas/ONU, em assegurar ao prisioneiro Luiz Inácio Lula da Silva, registro para concorrer a eleição para presidente da república federativa do Brasil, ato que desrespeita nossa dependência e soberania nacional. Vou comunicar essas agressões da CEF a essa instituição para tentar obrigar esse organismo internacional a reagir contra todos os despautérios que esse banco estatal federal promove agressivas e constantes constrangimento publico ao contingente de 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiências existente no Brasil, no piauí 850 mil indivíduos, dados estatísticos do IBGE Censo 2010, enquanto isso vamos vegetando em consonância com a constituição federal de forma negativa dando um passo para frente e cinquenta para trás a espera de providências e punições severas aos desobedientes contumazes diários.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em terça-feira, setembro 4th, 2018 às 9:36 am na(s) categoria(s) Crítica, Denúncia, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

Deixe um comentário

Seu comentário