Com a palavra a assembleia e câmara

No Brasil existem práticas absolutamente contraditórias às normas legais do estado brasileiro que proliferam visivelmente ao conhecimento de todos, sociedade, autoridades e consumidores. Nocivos costumes prejudicando, ludibriando e causando imenso prejuízo aos consumidores, procedimentos erroneamente aceito pelo cidadão e cidadã que são potenciais vítimas dessa mazela transformada em desordem social, vejamos: um simples cupom emitido por caixas eletrônicas, comprovantes de pagamento quitando compras de valores insignificantes como também de grandes quantias em moeda corrente e outras espécies de pagamento.

Para assegurar e garantir a fidelidade dessas provas materializadas é necessário que o consumidor se disponha a xerocá-las, pois as informações registradas rapidamente apagarão sem a mínima cerimônia demonstrando visível omissão, negligencia e descompromisso do estado brasileiro para com o cidadão e cidadã, não existe qualquer discussão contra essa postura por parte das autoridades e instituições que fiscalizam esse segmento, os prejudicados que são os consumidores pela ausência de conhecimento e informações adequadas permanecem calados achando que todo esse processo é normal. No dia em que o Brasil for um país sério, esse tipo de molecagem não terá lugar  nessa nação.

Outra questão que é uma constante para os consumidores principalmente de eletrodomésticos, é que são submetidos diariamente a terríveis constrangimentos pelo simples fato de necessitarem dos préstimos das assistências técnicas autorizadas, tanto dentro do prazo de garantia quanto fora do mesmo sofrem absurdo desrespeito, essas empresas jamais devolvem o aparelho recuperado em prazo menor que trinta dias, todos argumentam usando como pretexto para justificar suas incapacidades que a peça para reposição virá de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Cochinchina ou do raio que o parta, incidindo em uma monumental irresponsabilidade para com seu cliente que teve a desgraça de receber o bem adquirido com defeito de fábrica.

O principal culpado por essa indigna situação é exatamente o governo do estado do Piauí, que deveria impor normas e regras para coibir esse tipo de abuso, deveria determinar que as assistências técnicas mantivessem peças de reposição com estoque permanentemente atualizado para que prestassem excelente serviço com o devido respeito ao piauiense. O agravante nesse episódio é que no ato da solicitação do serviço o cliente é obrigado a efetuar pagamento de 50% do valor da peça a ser reposta sem que haja prazo estabelecido para a entrega, essas imposições protagonizadas por esses representantes de marcas instalados no Piauí deveriam ser severamente penalizadas com altas multas para assegurar o devido respeito ao povo do Piauí.

É premente, necessário e urgente a existência de leis tanto municipal quanto estadual para regulamentar essa prestação de serviço comercial no solo piauiense, assegurado em cláusulas contratuais exigências às empresas devidamente autorizadas através de alvarás de localização para instalação de filiais no Piauí. Acredito que não estamos reinventando a roda, apenas evoluindo e copiando o modelo existente nos estados de origens dessas empresas que aqui se estabelecem explorando o capital piauiense e enviando vultosas quantias financeiras como divisas a suas matrizes.



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Este texto foi publicado em sábado, maio 4th, 2013 às 1:06 am na(s) categoria(s) Crítica. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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