Colorindo despenado pavão alheio

Tenho ouvido manifestações de membros da Associação dos Cegos do Estado do Piauí/ACEP, principalmente por parte dos que fazem o corpo docente da instituição ao elencarem posturas indignas de alguns indivíduos que se perpetuam em caráter de rodízio, revezando em péssima prestação de serviço aos beneficiários dessa instituição.

Lembro nitidamente de costumeiras práticas desses elementos nocivos a entidade, orgulhosos e garbosamente quando me repreenderam algumas vezes em decorrência de denuncias efetuadas em veículos de comunicação do Piauí, levando ao conhecimento da opinião pública toda bandalheira efetuada ao longo do tempo que era guardado a sete chaves como se fosse troféu de honra ao mérito. Um desses calhordas ao me ameaçar disse que a entidade tinha seu próprio tribunal, os ditames da constituição federal do Brasil só tinha validade da porta pra fora da Associação dos Cegos do Estado do Piauí/ ACEP.

Quero parabenizar o professor Edimir pela longa entrevista a um programa de rádio, quando colocou o dedo em uma ferida crônica estabelecido no magistério localizado na Acep, cujo funcionamento é péssimo, a evolução escolar tem sido um fracasso em decorrência de uma série de graves problemas. Através deste importante depoimento partindo do diretor responsável desse setor, esclarece de uma vez por todas o processo de ludibriação, enganação e mentiras praticados por propagandas enganosas, e meia dúzia de pseudos líderes da instituição ao se pronunciarem a opinião pública, informam grande número de pessoas com deficiencia visual aprovados todos os anos para concorrerem a cadeiras em diferentes faculdades, esquecem, portanto de mencionar que alguns detentores de títulos graduados em nível superior qualificados profissionalmente continuam exercendo atividades laborais fora de suas áreas específicas cito, atendente de telefone, auxiliar de serviços gerais e outros, posto conseguido através de concurso público.

Na minha opinião configura-se estúpida contradição desembocando em visível contrassenso recebendo aplauso de incompetência com troféu de honra ao mérito a estagnação degradativa de uma conquista não merecida, portanto não é reconhecida pelo empregador, chefe ou patrão.

Quero nessa oportunidade abraçar a professora Luisa Maria, pela digna atitude que tomou em se demitir do cargo de 1ª tesoureira dessa diretoria formada por reacionários e retrógrados, os motivos pelos quais a nobre professora se desligou estão documentados na redação de uma carta protocolada na diretoria da Acep. Tenho certeza que as razões são suficientemente fortes e plausíveis que desonraram o compromisso de bem servir da ex-diretora que não aceitou compor o bloco da contumaz bandalheira desenvolvida nessa instituição como se fosse tudo normal.

Outro fato que me deixou extremamente feliz foi o pronunciamento da professora em uma emissora de rádio demonstrando firmeza e coragem para encarar esse bando, finalizou suas palavras dizendo: “tomarei todas as providencias cabíveis na esfera judicial, para isso já constitui um advogado”. Fiquei orgulhoso por todos esses episódios, pois fazem parte de sementes que plantei com o objetivo de conscientizar e valorizar o disposto no texto constitucional brasileiro, garantia do cidadão e cidadã civilizado a buscarem seus direitos na via disponibilizada pelo estado democrático de direito do Brasil.

Parabéns a todos pelo reconhecimento e rápido aprendizado que demonstram detê-los na resolutividade de suas querelas e demandas judiciais.

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Este texto foi publicado em segunda-feira, fevereiro 4th, 2013 às 9:43 am na(s) categoria(s) Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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