Caráter volúvel

Sábado (12) foi consolidado na concessão publica rádio Antares AM, proselitismo eleitoreiro e politiqueiro com a conivência do Pe. Humberto Coelho, presidente da Fundação Antares e o secretario da Seid Mauro Eduardo, a frente da indecorosa proposta. Oitocentos cinquenta mil pessoas com algum tipo de deficiencia no estado do Piauí foram ludibriados e vilipendiados com a enganação levada ao ar adjetivado de acessibilidade.

É visível e nítido o objetivo de propagar ações negativas da inclusão a pessoa com deficiencia como sendo positiva, não foi mencionado uma unica palavra no quesito referente ao brutal desrespeito a legislação pertinente aos direitos a este contingente, ao menos como forma de registro, o caos, a degradação, o abandono e o veemente desinteresse dos pseudos tutores dessa comunidade remunerados magnificamente de forma indevida dos seus atos parasitas.

O que e extremamente questionável são os procedimentos protagonizados pelo Pe. Humberto Coelho e o secretario Mauro Eduardo, que deixam suas máscaras caírem, manifestam-se cinicamente de forma preconceituosa, discriminadora, excludente e desrespeitosa contra a Associação dos Cegos do Piauí-ACEP, entidade fundada há 52 anos, reconhecidamente prestadora de excelente serviço a comunidade de pessoas com deficiencia do estado, tem registrado em seus anais media de 60 membros associativos com até 3 graduações acadêmicas (dados estatísticos oficiais do IBGE censo 2010), órgãos estatísticos garantem a existência de 350 mil pessoas exclusivamente com deficiencia visual no Piauí.

É importante informar que a Lei 10.098 artigos 24º e 26º/2000 assegura as entidades de pessoas com deficiencia e seus gestores espaços nos veículos de concessões públicas a suas manifestações educativas, informativas e orientativas às questões inerente a vida diária e ao ir e vir desses cidadãos e cidadãs.

O Pe. Humberto Coelho a frente da fundação Antares presta péssimo serviço a sociedade, sua extrema maledicência garante enfase a uma irresponsabilidade, quando despreza e desonra o poder judiciário do Piaui. Em 25 de setembro faltou uma audiência acordada com a juíza do Sejusc, agendada com um mês de antecedência. O medíocre advogado presente garantiu a meritíssima que levaria a proposta para o programa educativo para ser celebrada na audiência aprazada, uma semana após a criminosa desobediência elaborou um verdadeiro enche tripa para explicar o inexplicável na tentativa de justificar seu mau caratismo.

Lembro-me que em 7 de junho de 2018 entreguei pessoalmente ao Pe. Humberto Coelho o projeto do programa educativo Guia Legal contendo os seguintes documentos: Cópia de ata de reunião da diretoria da Acep, aprovado por unanimidade para apresentação do programa educativo, projeto independente sob responsabilidade dos seus idealizadores apresentado por Carlos Amorim, DRT 2081 e Mazé Rocha DRT 1071, oficio emitido pelo presidente Adaílton Pacheco, formatando a parceria, CD do piloto do programa gravado na rádio Pioneira de Teresina, cópia de 3 redações de convenções da ONU e Leis 7.853/1989, 10.048 e 10.098/2000, 6.653 e 13.146/2015, Decretos Federais 328/1999 e 5.296/2004.

Toda essa documentação o Pe. Humberto Coelho descartou no sexto de lixo e mentiu de forma descarada, asseverando a mim, que devolveu a documentação a Acep, ato não confirmado em virtude que do porteiro ao presidente da instituição não foi entregue absolutamente nada, todos foram unanimes em afirmar negativamente. Para culminar com a falta de vergonha do Pe. Humberto Coelho, este justificou sua ação criminosa como lapso de memoria ou profunda crise de amnésia, pois não conseguia lembrar que emissário determinou a responsabilidade de levar os documentos, concluiu seu torpe pretexto dizendo que tinha muita coisa armazenada em sua cabeça, sendo muito difícil lembrar de tudo que faz.

Na ocasião da entrega dos documentos o Pe. Humberto Coelho questionou em referencia a apresentação do programa (por que você?). Outro fato que me causou espécie ao solicitar que uma jornalista lotada na TV gravasse uma vinheta para o programa “Guia Legal”, o presidente me orientou a falar com a própria para não ter a conotação de que ele estaria determinando a gravação, dois dias depois consegui falar com essa profissional que se negou informando ter contrato com cláusulas de exclusividade, como forma de retaliação, represália e antagonismo, juntou-se ao sindicalista Waldeck Moraes, embargaram o projeto com o argumento que minha DRT não tinha reconhecimento do sindicato, toda essa excrecência promovida sem haver um documento formal.

Em audiência em 16 de maio de 2019 tomei conhecimento através da procuradora do Ministério Público do Trabalho Dra. Maria Helena, que minha DRT havia sido cancelada em 30 de novembro de 2018 fato informado com exclusividade por Valdeck Moraes sindicalista em virtude de desobediência ao Decreto 9.329 de 4 de abril de 2018 em vigência. É importante informar que de 7 de junho a 30 de novembro de 2018 meu registro profissional estava ativo.

Outro fato que denota o canalha que é o Pe. Humberto Coelho, refere-se ao fato que o programa Guia Legal teria a radialista Mazé Rocha, credenciada para a função de apresentadora, que poderia ancorar o programa, embora o senhor J. Filho, presidente do Sindicato dos Radialistas do Piauí tenha asseverado em seu depoimento ao Ministério Público Federal do Trabalho que minha DRT de jornalista me garante total e absoluto direito ao exercício da função de radialista comunicador.

Quero deixar claro que as estroinices cometidas pelo presidente da Fundação Antares Humberto Coelho, serão contestadas com vigor e rigor, para que pague a luz do direito todo o prejuízo que está causando a dois mil membros associativos da Associação dos Cegos do Piaui censurados e amordaçados por um gestor publico desprezível.

O Governador Wellington Dias, em coletiva após a posse para o 4º mandato declarou que a vice-governadora Regina Sousa, teria atribuição para dizer não aos canalhas do seu governo, como também a estranhos, se forem verdadeiras essas afirmativas, o Pe. Humberto Coelho retornará seu habitat natural para cultivar a terra a base de enxada, foice e picareta, plantando arroz, feijão, mandioca e macaxeira.

Carlos Amorim DRT 2081

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