Briga de foice no escuro

O processo eleitoral de 2018 está em plena eferverscência, em vergonhoso e brutal desrespeito aos prazos determinados pela legislação eleitoral. Diariamente os veículos de comunicação entrevistam candidatos originários de todos os matizes empurrando garganta abaixo do eleitorado, caducos proselitismos políticos, consubstanciado prometrômetro que são verdadeiras marmitas requentadas, repetidas por centenas de vezes, cujos objetos jamais serão realizados.

O grave desse episódio são as caras cínicas desses corruptos, hipócritas, bandidos, mentirosos e canalhas ao garantir qualidade de vida e proteção absoluta ao povo se forem eleitos pela milésima vez. O que me causa nojo e ânsia de vômitos e que elencam todas as necessidades que vivem trabalhador e população como um todo, carentes de tudo que se possa imaginar no quesito exercício de cidadania.

Um viciado, oportunista e mercenário deputado estadual, pela ocasião da eleição para presidente da Assembleia Legislativa foi adjetivado de traíra, atualmente transformou-se em piranha diferenciada das tradicionais que são ferozes, limita-se apenas em bajular o governador, se alguém atirar uma banda de tijolo no saco do governador pode ter certeza que atingirá em cheio a cara desse bandido que se autointitula de articulador de politicagem.

Esse tipo de comportamento é abrangente a praticamente todos os componentes do legislativo, uns mais outros menos, sendo necessário reconhecermos as raríssimas exceções evitando generalizar com nítida intenção de retirar alguns gatos pingados desse buraco de merda.

Até a presente data existem 6 candidatos a governador facilmente identificável, oportunistas, analfabetos, profissionais da corrupção politica, enganadores, vagabundos, mentirosos, hipócritas, falastrões e desocupados. Na minha avaliação dessa vara de gordura saturada da politica do Piauí apenas dois candidatos se sobressaem com muita vantagem a frente dos demais, os senhores João Vicente Claudino, que dispensa comentários, rico, produtivo, empresário sem qualquer nódoa em sua trajetória de pessoa física quanto jurídica.

O senhor João Henrique, detentor de currículo invejável, grande trabalho prestado ao Brasil, representa com galhardia o povo do Piauí, presidente nacional de uma instituição com dotação orçamentaria superior ao PIB do estado, portanto são duas personalidades que dignificam a representatividade do sufrágio eleitoral piauiense.

Suas experiências contribuirão sobremaneira para alavancar o desenvolvimento e progresso do estado, têm trânsito livre em todos os ministérios da república do Brasil, são respeitados, honestos, competentes, inteligentes e acima de tudo não são profissionais da politica, usam essa garantia como matéria prima para assegurar garantias e qualidade de vida ao povo, principalmente o desfavorecido.

Na esfera Nacional o brasileiro não tem opção palpável, ventila-se o nome do Geraldo Alckmin, governador de São Paulo como sendo tábua de salvação, embora envolvido em espiral de conflitos partidários e algumas denúncias, pode ser considerado o melhor dentre os piores, desta forma navegamos em mar tempestuoso a bordo de um transatlântico em alto-mar sem leme e com as máquinas em pane. Só nos resta pedir a Deus uma boa morte indolor, ou seja, um infarto fulminante do miocárdio, lamentavelmente as expectativas são as piores que se possa imaginar.

Semana passada tivemos o resultado do Enem, 309 mil vestibulandos zeraram a prova de redação. Em um universo de 4 milhões e meio de provas corrigidas 53 concorrentes em todo o Brasil alcançaram a nota máxima, mil pontos, no estado do Piauí uma única candidata alcançou esse patamar, embora a Rejane Dias, secretária de educação, bravateie aos quatro cantos do Piauí, ate onde o vento faz a curva investimentos bilionários na educação desse povo, chegando ao máximo de sua sensibilidade doar um vale-transporte para os concursandos se deslocarem ao local da aplicação das provas.

Desta feita sou obrigado a concordar com o magistral Juca Chaves, que cantou em versos e prosas em vários palcos do mundo: “Este e um país que vai pra frente” (ao interpretar andava para trás, ou seja, em marcha à ), após esse detalhe não posso em hipótese alguma dizer que o povo vota mal, vota péssimo, vota desmoralizando o processo democrático brasileiro.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em terça-feira, janeiro 23rd, 2018 às 7:52 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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