Até Deus duvida

Em meu conceito a promotora Marlúcia Gomes Evaristo de Almeida, presta gigantesco desserviço a 850 mil pessoas com algum tipo de deficiência no Piauí, tendo 220 mil no município de Teresina a frente do Centro de Apoio de Defesa da Pessoa com deficiência, há década coordenadora dessa promotoria de forma acanhada e inexpressiva, prefere facilmente o lado mais forte depreciando, desmoralizando, descredenciando e humilhando o mais frágil e carente, o pobre coitado sem vez e sem voz.

Entendo que já e tempo dessa servidora pública ser removida para outra promotoria que não lhe exija tantas atribuições e resolutividade dos problemas gravíssimos que a legislação combate, esta não é respeitada em virtude do pensamento equivocado da promotora, como também de seus atos, atitudes e ações tendenciosas.

Por ser vítima em 20 anos desses desmandos, tenho promovido denúncia e severas críticas ao negativo trabalho dessa senhora. Não tenho o número exato de matérias pautadas em todos os veículos de comunicação do Brasil sem lograr exito, em virtude da intransigência, arrogância, truculência e prepotência da promotora Marlúcia. Por incrível que pareça fui denunciado no 12º DP acusado de injuria, calunia e difamação. A promotora Marlúcia Gomes Evaristo de Almeida, remunerada pelo erário sem cumprir de fato suas atribuições profissionais. Sou vítima pela milésima vez dessa senhora, desta feita através de denunciação caluniosa desprovido do mínimo amparo legal, vejamos:

-Avenida Frei Serafim, impossibilitada de instalação de sinais sonoros em virtude de parecer proibitivo da promotora Marlúcia Gomes Evaristo de Almeida, que desobedece de forma vergonhosa a Lei Federal 10.098 artigo 9º/2000 e ABNT 9050.

-A pessoa com deficiência e outros cidadãos não pode usar as calçadas, em virtude das mesmas estarem funcionando como estacionamento de veículos.

-As barreiras arquitetônicas estabelecidas no centro urbano de Teresina são facilmente detectadas, todos fora do padrão, placas, painéis, aclives e declives absolutamente ao arrepio da política de acessibilidade.

-Av. João XXIII, esquina com AV. Nossa Senhora de Fátima, existe restaurante localizado literalmente sobre a calçada, empurrando a pessoa com deficiência para concorrer com a rotatividade de veículos em alta velocidade.

-Nas proximidades do colégio Cidadão, a Defensoria Publica coloca corrente em toda extensão da calçada, sendo esse ato estúpida barreira arquitetônica.

-O Decreto Federal 5.296/2004 deu prazo de 10 anos para que toda frota de transporte público tivesse adaptado com rampa ao acesso a cadeirante, o prazo expirou há 5 anos, a determinação da lei até a presente data é desrespeitada de forma humilhante.

-A Rua 24 de janeiro nº 500, em um prédio inacessível a Delegacia dos Direitos Humanos e Repressão a Discriminação localiza-se no 3º andar, obrigando a pessoa com deficiência escalar seis lances de escada íngreme, havendo o agravante que o idoso com deficiência é obrigado ser atendido na especializada do idoso, imposição de portaria do delegado titular.

-Enquanto diretor da Associação dos Cegos do Piauí-ACEP, solicitei através de ofício que a promotora Marlúcia, promovesse audiência com a Strans para a instalação de câmera antecedendo os sinais sonoros, no ato da audiência o então superintendente Ricardo Freitas, argumentou a impossibilidade da prestação de serviço, em virtude que uma câmera do tipo solicitado custava muito caro, acompanhado desse esdrúxulo pretexto exigiu da promotora que fizesse um levantamento junto aos prontos socorros para lhe informar quantos cegos haviam morrido ao transpor vias de sinalização sonora.

-O deficiênte físico de prenome Claudemir, foi triturado por uma caminhonete ao atravessar a sinalização sonora em frente ao Teresina shopping.

-O sinal sonoro localizado em frente ao Shopping Riversid tem o tempo de 10 segundos, obrigando o transeunte fazer uma parada no canteiro que não deveria existir, por ser barreira arquitetônica.

-Em uma audiência solicitei a promotora Marlúcia que lê-se o termo de depoimento para que eu pudesse assiná-lo, ela retrucou que não leria, não era obrigada a faze-lo. Insisti argumentando minha deficiencia visual, ela levantou-se, desferiu violento soco na mesa, ao tempo em que gritou desesperadamente o nome de sua secretária que estava em outra sala que atendeu imediatamente a ordem emanada pela promotora, “rainha da cocada”, com os seguintes dizeres: Leva esse moço para lá para que assine seu depoimento. Ao repudiar tal estupidez informei que iria denuncia-la, ela retrucou asseverando: Pode ir até ao Papa, aqui eu não te atendo mais, nem que a vaca tussa.

-o projeto de nº 44 aprovado por unanimidade na Câmera Municipal de Teresina assegurando a obrigatoriedade a inovação tecnológica de prato e talher adaptado a deficiente visual e outras deficiências em bares, restaurantes e similares teve a sanção do prefeito negada em virtude de parecer indevido da promotora, por simples questão pessoal com o detentor da patente. O texto do parecer é equivocado, estúpido e absurdo, em virtude que a obrigação dos acessórios seria apenas e tão somente aos estabelecimentos, desta feita o argumento de prejuízo ao desenho universal cai por terra, fica explicito mais uma perseguição da promotora em meu desfavor.

-Por ocasião de uma partida de futebol em uma decisão do campeonato nacional no estádio Albertão, a promotora Marlúcia deu parecer proibitivo a realização do jogo, em virtude da ausência de uma pequena rampa de acesso a cadeirante. O prejuízo ao Piauí e ao Brasil foi evitado por ato digno, honesto, responsável e correto de um juiz que derrubou o tal parecer.

Eu poderia ficar horas a fio declinando as estroinices dessa promotora, mas para não cansar o leitor concluirei lamentando profundamente o corporativismo criminoso da corregedoria do MP-PI ao arquivar denuncia efetuada por mim, exigindo penalidades disciplinares a esses atos indecorosos cometidos em desfavor das garantias de direitos a pessoa com deficiencia do Piaui.

Denunciarei este fato ao Conselho Nacional do MP e informarei para o conhecimento do senador Paulo Paim, cujo parlamentar deverá se pronunciar a respeito na tribuna do Senado Federal, denunciando essas inconvenientes agressões a honra, dignidade e proteção a pessoa com algum tipo de deficiencia do Piaui.

Obs. Se quiseres ter a informação do meu proposito acesse 06133035232.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em quinta-feira, setembro 19th, 2019 às 9:26 am na(s) categoria(s) Crítica, Denúncia, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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