Argola de ouro em fucim de porca

Avenida José do Santos e Silva, altura da Praça do Barrocão, situada atrás da delegacia de flagrantes, nesse local existe um comércio de material de construção, o espaço da calçada ocupado com areia, barro, massará e outros, em alguns momentos o carro de entrega dos produtos estaciona no local por tempo indeterminado, o descarregamento de carretas de cimento é feito a qualquer hora do dia em brutal desobediência ao código de postura do município, ocupando o espaço onde existe um ponto de parada do transporte coletivo urbano de Teresina.

Apenas pelo indicativo demonstrado percebe-se horrendo ato de descompromisso, irresponsabilidade, negligencia, omissão, canalhice, molecagem e vagabundagem do prefeito Firmino Filho, que em suas entrevistas mente descaradamente a opinião pública ao mencionar a maravilhosa politica de acessibilidade garantida à pessoa com algum tipo de deficiência existente no município.

Recentemente ao tomar ônibus da linha 610 fui submetido a terrível constrangimento publico, como tambem amarguei imenso prejuízo ao atolar meu pé esquerdo em uma poça de lama estagnada permanentemente no meio-fio, o sapato tive que dispensá-lo no lixo. Quero deixar bem claro que o prefeito dessa província me deve R$ 380,00 por obrigação de ressarcir o valor que paguei pelo mocassim a Noroeste. O deprimente fato não limitou-se apenas ao local do sinistro, quando cheguei em minha residência dissolvi um litro de água sanitária em um balde com água, coloquei meu pé de molho por 30 minutos para higienizá-lo e matar bactérias, micróbios, fungos e o diabo a quatro existentes naquela lama dos infernos.

Se alguém imaginar que esse privilégio aconteceu apenas comigo, ledo engano, está completamente errado, segundo informações de vizinhos do estabelecimento e funcionários do depósito o fato que fui vítima é constante no local, lamentavelmente nesta capitania hereditária não existe ordem, leis, doutrinas, disciplina, hierarquia e outros, o município vive a mais absoluta banca rota.

O Ministério Público é tão irresponsável quanto o Fifi, adjetivado da Lava Jato, quando, o Centro de Apoio de Defesa da Pessoa com Deficiência através da Marlúcia Gomes Evaristo de Almeida, responsável pela politica de acessibilidade é remunerada indevidamente em virtude que qualquer cidadão inadvertidamente percebe a desgraça que são as vias públicas dessa miserável Teresina vejamos:

O projeto de saneamento básico se encontra em estágio zero, com verdadeiras lagoas de merda espalhada na via pública, incidindo com fossas estouradas de forma irremediável, esgoto a céu aberto, asfaltos esburacados, verdadeiras crateras ornamentam o descaramento do Firmino, calçadas tomadas por veículos estacionados, verdadeiras montanhas de lixo espalhados em todas as artérias, cadeirantes, deficientes visuais, muletantes e deficientes físicos colocam em risco suas vidas, pois concorrem com os veículos na via de rolamento, impossibilitados de usarem as calçadas, cujo nivelamento é um bálsamo a propaganda mentirosa do descompromissado Firmino Filho.

É nítido, visível e perceptível volumoso e crescente o estabelecimento de vendas em locais estritamente designado para pedestres, idosos, gestantes, pessoas com mobilidade reduzida e dificuldade de locomoção sofrem o diabo para exercer o sagrado direito de ir e vir com independência, liberdade, soberania e segurança. Centenas de acidentes ocorrem diariamente quando idosos se desequilibram e caem vitimando-se por gravíssima lesão, a mais simples e corriqueira, fratura do fêmur.

A legislação federal vigente no Brasil pertinente as garantias de direitos a pessoa com algum tipo de deficiência, exemplo, Lei Brasileira da Inclusão/LBI nº 13.146/7 ano 2015; Estatuto da Pessoa com Deficiência do Brasil, como também, Estatuto Estadual da Pessoa com Deficiência do Piauí da lavra da então deputada Rejane Dias, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador índio Wellington Dias, publicada no Diário Oficial em conjunto com outras legislações do segmento pertinente a comunidade de pessoas com algum tipo de deficiência são diariamente avacalhadas, desmoralizadas, descredenciadas, rasgadas e dispensadas em latões de lixo, por ignorância, vaidade e estupidez dos gestores, representantes e autoridades que deveriam zelar e pelo arcabouço jurídico de garantias de direitos.

Três exemplos de maledicências: A promotora de justiça Marlúcia Gomes Evaristo de Almeida, enquanto coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Pessoa com Deficiência MP/PI, em 2009 deu parecer proibitivo a instalação de sinais sonoros em toda extensão da Avenida Frei Serafim, favorecendo a intransigência da Strans na pessoa do superintendente Ricardo Freitas, desobedecendo de forma vergonhosa e brutal a Lei Federal 10.098, artigo 9º ano 2000. Esse ato ilícito e criminoso perdura até a presente data.

A promotora de Justiça do Ministério Público PI de prenome Míriam, arquivou processo de denúncia de minha autoria, quando há 4 anos o instituto Adolfo Lutz, através de sua diretora se recusou de forma veemente e imbecilizada a realizar degravação de um áudio que foi enviado pelo delegado de polícia civil Josimar, ao ter com a mesma mencionei a legislação que garante prioridade a pessoa com deficiência, quando fui atropelado abruptamente com o seguinte relincho: A lei que o senhor argumenta não contrata funcionário para executar o serviço, portanto o senhor tem que amargar 3 anos de espera em virtude que a prioridade aqui quem faz sou eu.

Me despedi daquela irresponsável autoridade, imediatamente me dirigi ao MP/PI, lamentavelmente a emenda foi pior que o soneto. Após meses mantive contato com a promotora acima mencionado encaminhado pelo corregedor do MP/ PI, sendo recepcionado com a seguinte maravilha, talvez uma das 7 existentes no mundo: O senhor não tem direito a prioridade absoluta, esta contempla apenas a mulher estuprada, criança violentada e idoso agredido.

Para cumular com a intransigência, arrogância, truculência e descompromisso da promotora, talvez sua vaidade e orgulho não permitisse que ela analisasse a grosso modo que sou um homem com deficiência visual e 67 anos de idade. Com esse tipo de justiça que temos e esses protagonistas de meia tigela não podemos acreditar em ninguém.

A meritíssima juíza de direito Eliana Márcia Nunes de Carvalho, titular do juizado centro localizado a Rua Mato Grosso nº 210, enviou sua manifestação ao corregedor do Egrégio Tribunal de Justiça do Piauí com a seguinte expressão em referência a mim: Esse senhor usa a sua cegueira para tirar proveito próprio e prejudicar as pessoas. Aguardo até a presente data que tipo de providência o meritíssimo corregedor tomou para punir esse incrível procedimento de crime de injuria verbalizado por uma juíza togada.

É por essa e por outras que o prefeito de Teresina levita para cima e para baixo incólume contemplado pela impunidade, permanente com o dente na fresca, debochando, zombando e mangando do cidadão contribuinte desse município.

Carlos Amorim DRT 2081



Este texto foi publicado em sábado, novembro 17th, 2018 às 9:42 am na(s) categoria(s) Crítica, Denúncia, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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