Ambos são ciclistas profissionais

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva é popularmente conhecido no submundo por “Brahma ou Barba”. Há muito tempo na ociosidade perambulou pelos quatro cantos do mundo gerando despesas de milhões de dólares para que seus pareceiros pagassem.

Agraciado por essas benesses como paga de favores prestado, enquanto presidente portava-se como a última rapadura produzida na Renovada do Pádua Araújo ou na Boa Hora do prefeito Zé Bacia, pela sua arrogância, prepotência, truculência, intransigência e maledicente falta de respeito a tudo e a todos, imaginava ser inexorável, inatingível, inalcançável, verdadeiro dono do mundo, soberano totalitário, individualista, egoísta e egocêntrico.

Após ter sofrido algumas derrotas que não é necessário enumerá-las, pois é do conhecimento do mais humilde e simples brasileiro, aparenta visível desgaste emocional, físico e mental, frustrado, impotente de reagir para demover o resultado dos desmandos e desorganizações estabelecidos no Brasil sob sua batuta, quando criou a mais terrível quadrilha de corrupção, roubalheira e furto do erário público, operação jamais vista em todos os tempos.

A grandiosidade dessa organização criminosa estarreceu o planeta terra, graças a Deus esse mau elemento está contido, nocauteado e imóvel sobre a lona do ringue. Reconheceu publicamente que a importância que imaginava ter é apenas utopia, formada em sua maléfica mente.

Transformado em um simples vira-lata, de cabeça baixa limita-se apenas a olhar para os lados, lacrimejando e uivando por ter rasgado sua história de retirante pernambucano faminto, sonhador e esperançoso a caminho se São Paulo a bordo de um pau-de-arara, o resto a história disponibiliza o conteúdo para quem quiser reviver o contraste formado por dois polos, positivo e negativo.

A presidenta da República Dilma Rousseff, prestes a ser expulsa do comando da nação, tem atuação diária de ociosidade, demonstrando estar sem função, desesperada, angustiada e abalada anda pra cima e pra baixo percorrendo o Brasil, praticando discurso de único tema (gope, gope, gope, gope), sem conseguir convencer sequer um jumento do Piauí.

O agravante refere-se ao custeio dessas estroinices com toda estrutura do estado brasileiro a serviço de tal falácia, chora se descabela e agride violentamente os poderes constituídos do Brasil, o STF e principalmente as duas casas que compõem o Congresso Nacional formado por 81 senadores e 513 deputados federais acusados de sórdido acordão para retirarem seu mandato legitimamente conquistado nas urnas, vontade do povo brasileiro.

A presidenta declara ser inocente, vítima do ódio de quem não teve voto, mesmo assim quer ser presidente no seu lugar. Este ato promove a maior injustiça do mundo, culminando com o rasga, rasga da constituição brasileira, quando a Carta Magna não dispõe um único artigo que assevere crime em suas pedaladas fiscais.

Seria cômico se não fosse drástico essa autodefesa da presidenta Dilma, eivada de mentiras e acusações levianas, atirando para todos os lados sem se preocupar a quem atingirá. Lamentavelmente transtornada, abatida e desesperada não consegue concatenar suas ideias e agride organismos vitais da República Federativa do Brasil, deixando patente que o tiro saiu pela culatra.

Seria melhor que alguém ligado à presidenta a orientasse para que saísse de fininho pela porta dos fundos, evitando mais constrangimento ao povo brasileiro ao desvalorizar e avacalhar o texto constitucional de 5 de outubro de 1988.

Fato amplamente divulgado em Brasília refere-se ao tresloucado ato de deletação de informação de dados dos sistemas da presidência da república e ministérios, com objetivo único de dificultar o trabalho do futuro presidente Temer. A presidenta promete denunciar o Brasil a organismos internacionais pedindo severa punição pelo processo de seu impeachment, na sua avaliação prática criminosa que lesa a pátria.

Enquanto isso convicta da derrota limpa gavetas de seu gabinete recolhendo batom, ruge, pó compacto, pente e escova, creme para pele, papel higiênico e absorvente. Após esse desgastante trabalho ouve o som de um cantor cearense “Arrumamalaê, a rural rai disabá”.

Diariamente me debruço em leituras de questionamentos veiculado em toda mídia nacional, me espanto com o cinismo e apego ao poder demonstrado pela excelentíssima senhora presidenta da república, autoridade de vasta experiência adquirida ao longo dos anos através dos cargos que desenvolveu.

Representante máxima de grandes e importantes instituições detém abundante escolaridade e títulos, demonstra muita inteligência, competente em conhecimentos tecnológicos, científicos, pedagógicos e políticos, mas tangencia e falseia a verdade no mais alto grau, tem convicção que está mentindo, mas de forma irresponsável abdica de seu histórico de importante legado ao bravatear na tentativa de defender seu mandato de forma desonesta, ilícita e infantil.

O povo brasileiro já deu o veredicto, não quer a permanência da presidenta Dilma Rousseff no comando da República Federativa do Brasil, portanto relembramos o adágio popular: “Vão-se os anéis e ficam os dedos”, limpos, asseados e saudáveis.

Tchau dona Dilma, que Deus perdoe seus pecados na morada eterna.



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Este texto foi publicado em quinta-feira, abril 28th, 2016 às 9:01 am na(s) categoria(s) Crítica, Geral. Você pode acompanhar todos os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou dar trackback através do seu próprio site.

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